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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Sofonias 1:11|
Hyl, I som bor i Morteren*! For hele kana'anitterfolket** er utslettet; alle de som slepte på masser av sølv, er utryddet. / {* en dyptliggende del av Jerusalem.} / {** kremmerfolket; HSE 12, 8.}
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12
|Sofonias 1:12|
Og på den samme tid vil jeg ransake Jerusalem med lykter, og jeg vil hjemsøke de folk som ligger på sin berme og sier i sitt hjerte: Herren gjør hverken godt eller ondt.
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13
|Sofonias 1:13|
Og deres gods skal bli til rov, og deres hus ødelegges; de skal bygge hus, men ikke bo i dem, og plante vingårder, men ikke drikke vin fra dem.
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14
|Sofonias 1:14|
Nær er Herrens dag, den store; den er nær og kommer med stor hast. Hør! Det er Herrens dag! Full av angst skriker da kjempen.
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15
|Sofonias 1:15|
En vredes dag er den dag, en dag med nød og trengsel, en dag med omstyrtelse og ødeleggelse, en dag med mørke og mulm, en dag med skyer og skodde,
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16
|Sofonias 1:16|
en dag med basunklang og hærskrik mot de faste byer og de høie murtinder.
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17
|Sofonias 1:17|
Da vil jeg sette slik angst i menneskene at de går der som blinde, fordi de har syndet mot Herren; og deres blod skal utøses som støv, og deres kjøtt som møkk.
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18
|Sofonias 1:18|
Hverken deres sølv eller deres gull skal kunne berge dem på Herrens vredes dag; ved hans nidkjærhets ild skal hele jorden bli fortært; for han vil gjøre ende, ja brått gjøre ende på alle dem som bor på jorden.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva