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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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13
|Sofonias 2:13|
Han rekker sin hånd ut mot Norden og ødelegger Assur og gjør Ninive til et øde, tørt som en ørken.
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14
|Sofonias 2:14|
Der skal hjorder hvile; alle slags villdyrflokker, både pelikaner og pinnsvin, skal overnatte på søilehodene der; fuglesang høres i vinduene, grus ligger på dørtreskelen, for sederpanelet er revet av.
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15
|Sofonias 2:15|
Dette er den jublende stad, som bodde så trygt, som sa i sitt hjerte: Jeg og ingen annen! Hvor den er blitt til en ørken, et leie for ville dyr! Hver den som går forbi, blåser av den og ryster hånlig sin hånd.
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1
|Sofonias 3:1|
Ve den gjenstridige og urene, staden som er full av vold!
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2
|Sofonias 3:2|
Den hører ikke på nogens røst, tar ikke mot tukt; til Herren setter den ikke sin lit, til sin Gud holder den sig ikke nær.
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3
|Sofonias 3:3|
Høvdingene i den er brølende løver, dens dommere er som ulver om aftenen; de gjemmer ikke noget til om morgenen;
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4
|Sofonias 3:4|
dens profeter er storskrytere, troløse menn; dens prester vanhelliger det som er hellig, de gjør vold på loven.
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5
|Sofonias 3:5|
Herren råder der med rettferd, han gjør ikke urett; hver morgen lar han sin dom komme for lyset, det slår ikke feil. Men den urettferdige kjenner ikke til skam.
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6
|Sofonias 3:6|
Jeg har utryddet hedningefolk, deres murtinder er ødelagt; jeg har gjort deres gater øde, så ingen går gjennem dem; deres byer er herjet, så det ikke finnes folk, ikke bor nogen der.
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7
|Sofonias 3:7|
Jeg sa: Bare du* vil frykte mig, ta mot tukt; da skal din bolig ikke bli utryddet, ikke noget skje av det jeg har besluttet mot dig. Men de har tvert imot lagt vinn på å forderve alle sine gjerninger. / {* Jerusalem; SEF 3, 1 fg.}
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva