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Dutch Staten Vertaling -
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|Ester 5:4|
Esther nu zeide: Indien het den koning goeddunkt, zo kome de koning met Haman heden tot den maaltijd, dien ik hem bereid heb.
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|Ester 5:5|
Toen zeide de koning: Doet Haman spoeden, dat hij het bevel van Esther doe. Als nu de koning met Haman tot den maaltijd, dien Esther bereid had, gekomen was,
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6
|Ester 5:6|
Zo zeide de koning tot Esther op den maaltijd des wijns: Wat is uw bede? en zij zal u gegeven worden; en wat is uw verzoek? Het zal geschieden, ook tot de helft des koninkrijks.
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7
|Ester 5:7|
Toen antwoordde Esther, en zeide: Mijn bede en verzoek is:
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8
|Ester 5:8|
Indien ik genade gevonden heb in de ogen des konings, en indien het den koning goeddunkt, mij te geven mijn bede, en mijn verzoek te doen, zo kome de koning met Haman tot den maaltijd, dien ik hem bereiden zal; zo zal ik morgen doen naar het bevel des konings.
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9
|Ester 5:9|
Toen ging Haman ten zelfden dage uit, vrolijk en goedsmoeds; maar toen Haman Mordechai zag in de poort des konings, en dat hij niet opstond, noch zich voor hem bewoog, zo werd Haman vervuld met grimmigheid op Mordechai.
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10
|Ester 5:10|
Doch Haman bedwong zich, en hij kwam tot zijn huis; en hij zond henen, en liet zijn vrienden komen, en Zeres, zijn huisvrouw.
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11
|Ester 5:11|
En Haman vertelde hun de heerlijkheid zijns rijkdoms, en de veelheid zijner zonen, en alles, waarin de koning hem groot gemaakt had, en waarin hij hem verheven had boven de vorsten en knechten des konings.
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12
|Ester 5:12|
Verder zeide Haman: Ook heeft de koningin Esther niemand met den koning doen komen tot den maaltijd, dien zij bereid heeft, dan mij; en ik ben ook tegen morgen van haar met den koning genodigd.
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13
|Ester 5:13|
Doch dit alles baat mij niet, zo langen tijd als ik den Jood Mordechai zie zitten in de poort des konings.
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Sugestões

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13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva