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Dutch Staten Vertaling -
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|Ester 5:4|
Esther nu zeide: Indien het den koning goeddunkt, zo kome de koning met Haman heden tot den maaltijd, dien ik hem bereid heb.
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|Ester 5:5|
Toen zeide de koning: Doet Haman spoeden, dat hij het bevel van Esther doe. Als nu de koning met Haman tot den maaltijd, dien Esther bereid had, gekomen was,
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|Ester 5:6|
Zo zeide de koning tot Esther op den maaltijd des wijns: Wat is uw bede? en zij zal u gegeven worden; en wat is uw verzoek? Het zal geschieden, ook tot de helft des koninkrijks.
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|Ester 5:7|
Toen antwoordde Esther, en zeide: Mijn bede en verzoek is:
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|Ester 5:8|
Indien ik genade gevonden heb in de ogen des konings, en indien het den koning goeddunkt, mij te geven mijn bede, en mijn verzoek te doen, zo kome de koning met Haman tot den maaltijd, dien ik hem bereiden zal; zo zal ik morgen doen naar het bevel des konings.
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|Ester 5:9|
Toen ging Haman ten zelfden dage uit, vrolijk en goedsmoeds; maar toen Haman Mordechai zag in de poort des konings, en dat hij niet opstond, noch zich voor hem bewoog, zo werd Haman vervuld met grimmigheid op Mordechai.
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|Ester 5:10|
Doch Haman bedwong zich, en hij kwam tot zijn huis; en hij zond henen, en liet zijn vrienden komen, en Zeres, zijn huisvrouw.
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|Ester 5:11|
En Haman vertelde hun de heerlijkheid zijns rijkdoms, en de veelheid zijner zonen, en alles, waarin de koning hem groot gemaakt had, en waarin hij hem verheven had boven de vorsten en knechten des konings.
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12
|Ester 5:12|
Verder zeide Haman: Ook heeft de koningin Esther niemand met den koning doen komen tot den maaltijd, dien zij bereid heeft, dan mij; en ik ben ook tegen morgen van haar met den koning genodigd.
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13
|Ester 5:13|
Doch dit alles baat mij niet, zo langen tijd als ik den Jood Mordechai zie zitten in de poort des konings.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva