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Dutch Staten Vertaling -
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|Ester 5:4|
Esther nu zeide: Indien het den koning goeddunkt, zo kome de koning met Haman heden tot den maaltijd, dien ik hem bereid heb.
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|Ester 5:5|
Toen zeide de koning: Doet Haman spoeden, dat hij het bevel van Esther doe. Als nu de koning met Haman tot den maaltijd, dien Esther bereid had, gekomen was,
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|Ester 5:6|
Zo zeide de koning tot Esther op den maaltijd des wijns: Wat is uw bede? en zij zal u gegeven worden; en wat is uw verzoek? Het zal geschieden, ook tot de helft des koninkrijks.
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|Ester 5:7|
Toen antwoordde Esther, en zeide: Mijn bede en verzoek is:
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|Ester 5:8|
Indien ik genade gevonden heb in de ogen des konings, en indien het den koning goeddunkt, mij te geven mijn bede, en mijn verzoek te doen, zo kome de koning met Haman tot den maaltijd, dien ik hem bereiden zal; zo zal ik morgen doen naar het bevel des konings.
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|Ester 5:9|
Toen ging Haman ten zelfden dage uit, vrolijk en goedsmoeds; maar toen Haman Mordechai zag in de poort des konings, en dat hij niet opstond, noch zich voor hem bewoog, zo werd Haman vervuld met grimmigheid op Mordechai.
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|Ester 5:10|
Doch Haman bedwong zich, en hij kwam tot zijn huis; en hij zond henen, en liet zijn vrienden komen, en Zeres, zijn huisvrouw.
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|Ester 5:11|
En Haman vertelde hun de heerlijkheid zijns rijkdoms, en de veelheid zijner zonen, en alles, waarin de koning hem groot gemaakt had, en waarin hij hem verheven had boven de vorsten en knechten des konings.
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12
|Ester 5:12|
Verder zeide Haman: Ook heeft de koningin Esther niemand met den koning doen komen tot den maaltijd, dien zij bereid heeft, dan mij; en ik ben ook tegen morgen van haar met den koning genodigd.
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|Ester 5:13|
Doch dit alles baat mij niet, zo langen tijd als ik den Jood Mordechai zie zitten in de poort des konings.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva