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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|Juízes 17:1|
En er was een man van het gebergte van Efraim, wiens naam was Micha.
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2
|Juízes 17:2|
Die zeide tot zijn moeder: De duizend en honderd zilverlingen, die u ontnomen zijn, om dewelke gij gevloekt hebt, en ook voor mijn oren gesproken hebt, zie, dat geld is bij mij, ik heb dat genomen. Toen zeide zijn moeder: Gezegend zij mijn zoon den HEERE!
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3
|Juízes 17:3|
Alzo gaf hij aan zijn moeder de duizend en honderd zilverlingen weder. Doch zijn moeder zeide: Ik heb dat geld den HEERE ganselijk geheiligd van mijn hand, voor mijn zoon, om een gesneden beeld en een gegoten beeld te maken; zo zal ik het u nu wedergeven.
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4
|Juízes 17:4|
Maar hij gaf dat geld aan zijn moeder weder. En zijn moeder nam tweehonderd zilverlingen, en gaf ze den goudsmid, die maakte daarvan een gesneden beeld en een gegoten beeld; dat was in het huis van Micha.
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5
|Juízes 17:5|
En de man Micha had een godshuis; en hij maakte een efod, en terafim, en vulde de hand van een uit zijn zonen, dat hij hem tot een priester ware.
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6
|Juízes 17:6|
In diezelve dagen was er geen koning in Israel; een iegelijk deed, wat recht was in zijn ogen.
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7
|Juízes 17:7|
Nu was er een jongeling van Bethlehem-Juda, van het geslacht van Juda; deze was een Leviet, en verkeerde aldaar als vreemdeling.
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8
|Juízes 17:8|
En deze man was uit die stad, uit Bethlehem-Juda getogen, om te verkeren, waar hij gelegenheid zou vinden. Als hij nu kwam aan het gebergte van Efraim tot aan het huis van Micha, om zijn weg te gaan,
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9
|Juízes 17:9|
Zo zeide Micha tot hem: Van waar komt gij? En hij zeide tot hem: Ik ben een Leviet, van Bethlehem-Juda, en ik wandel, om te verkeren, waar ik gelegenheid zal vinden.
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10
|Juízes 17:10|
Toen zeide Micha tot hem: Blijf bij mij, en wees mij tot een vader en tot een priester; en ik zal u jaarlijks geven tien zilverlingen, en orde van klederen, en uw leeftocht; alzo ging de Leviet met hem.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva