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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|Juízes 8:1|
Toen zeiden de mannen van Efraim tot hem: Wat stuk is dit, dat gij ons gedaan hebt, dat gij ons niet riept, toen gij heentoogt om te strijden tegen de Midianieten? En zij twistten sterk met hem.
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2
|Juízes 8:2|
Hij daarentegen zeide tot hen: Wat heb ik nu gedaan, gelijk gijlieden; zijn niet de nalezingen van Efraim beter dan de wijnoogst van Abi-ezer?
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3
|Juízes 8:3|
God heeft de vorsten der Midianieten, Oreb en Zeeb, in uw hand gegeven; wat heb ik dan kunnen doen, gelijk gijlieden? Toen liet hun toorn van hem af, als hij dit woord sprak.
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4
|Juízes 8:4|
Als nu Gideon gekomen was aan de Jordaan, ging hij over, met de driehonderd mannen, die bij hem waren, zijnde moede, nochtans vervolgende.
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5
|Juízes 8:5|
En hij zeide tot de lieden van Sukkoth: Geeft toch enige bollen broods aan het volk, dat mijn voetstappen volgt, want zij zijn moede; en ik jaag Zebah en Tsalmuna, de koningen der Midianieten, achterna.
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6
|Juízes 8:6|
Maar de oversten van Sukkoth zeiden: Is dan de handpalm van Zebah en Tsalmuna alrede in uw hand, dat wij aan uw heir brood zouden geven?
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7
|Juízes 8:7|
Toen zeide Gideon: Daarom, als de HEERE Zebah en Tsalmuna in mijn hand geeft, zo zal ik uw vlees dorsen met doornen der woestijn, en met distelen.
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8
|Juízes 8:8|
En hij toog van daar op naar Pnuel, en sprak tot hen desgelijks. En de lieden van Pnuel antwoordden hem, gelijk als de lieden van Sukkoth geantwoord hadden.
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9
|Juízes 8:9|
Daarom sprak hij ook tot de lieden van Pnuel, zeggende: Als ik met vrede wederkome, zal ik deze toren afwerpen.
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10
|Juízes 8:10|
Zebah nu en Tsalmuna waren te Karkor, en hun legers met hen, omtrent vijftien duizend, al de overgeblevenen van het ganse leger der kinderen van het oosten; en de gevallenen waren honderd en twintig duizend mannen, die het zwaard uittrokken.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva