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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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21
|Juízes 7:21|
En zij stonden, een iegelijk in zijn plaats, rondom het leger. Toen verliep het ganse leger, en zij schreeuwden en vloden.
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22
|Juízes 7:22|
Als de driehonderd met de bazuinen bliezen, zo zette de HEERE het zwaard des een tegen den anderen, en dat in het ganse leger; en het leger vluchtte tot Beth-Sitta toe naar Tseredath, tot aan de grens van Abel-Mehola, boven Tabbath.
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23
|Juízes 7:23|
Toen werden de mannen van Israel bijeengeroepen, uit Nafthali, en uit Aser, en uit gans Manasse; en zij jaagden de Midianieten achterna.
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24
|Juízes 7:24|
Ook zond Gideon boden in het ganse gebergte van Efraim, zeggende: Komt af de Midianieten tegemoet, en beneemt hunlieden de wateren, tot aan Beth-bara, te weten de Jordaan; alzo werd alle man van Efraim bijeengeroepen, en zij benamen hun de wateren tot aan Beth-bara, en de Jordaan.
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25
|Juízes 7:25|
En zij vingen twee vorsten der Midianieten, Oreb en Zeeb, en doodden Oreb op den rotssteen Oreb, en Zeeb doodden zij in de perskuip van Zeeb, en vervolgden de Midianieten; en zij brachten de hoofden van Oreb en Zeeb tot Gideon, over de Jordaan.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva