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Dutch Staten Vertaling -
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|Neemias 2:1|
Toen geschiedde het in de maand Nisan, in het twintigste jaar van den koning Arthahsasta, als er wijn voor zijn aangezicht was, dat ik den wijn opnam, en gaf hem den koning; nu was ik nooit treurig geweest voor zijn aangezicht.
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|Neemias 2:2|
Zo zeide de koning tot mij: Waarom is uw aangezicht treurig, zo gij toch niet krank zijt? Dit is niet dan treurigheid des harten. Toen vreesde ik gans zeer.
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3
|Neemias 2:3|
En ik zeide tot de koning: De koning leve in eeuwigheid! Hoe zou mijn aangezicht niet treurig zijn, daar de stad, de plaats der begravenissen mijner vaderen, woest is, en haar poorten met vuur verteerd zijn?
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4
|Neemias 2:4|
En de koning zeide tot mij: Wat verzoekt gij nu? Toen bad ik tot God van den hemel.
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5
|Neemias 2:5|
En ik zeide tot den koning: Zo het den koning goeddunkt, en zo uw knecht voor uw aangezicht aangenaam is, dat gij mij zendt naar Juda, naar de stad der begravenissen mijner vaderen, dat ik ze bouwe.
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6
|Neemias 2:6|
Toen zeide de koning tot mij, daar de koningin nevens hem zat: Hoe lang zal uw reis wezen, en wanneer zult gij wederkomen? En het behaagde den koning, dat hij mij zond, als ik hem zekeren tijd gesteld had.
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7
|Neemias 2:7|
Voorts zeide ik tot den koning: Zo het den koning goeddunkt, dat men mij brieven geve aan de landvoogden aan gene zijde der rivier, dat zij mij overgeleiden, totdat ik in Juda zal gekomen zijn;
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8
|Neemias 2:8|
Ook een brief aan Asaf, den bewaarder van den lusthof, denwelken de koning heeft, dat hij mij hout geve om te zolderen de poorten van het paleis, dat aan het huis is, en tot de stadsmuur, en tot het huis, waar ik intrekken zal. En de koning gaf ze mij, naar de goede hand mijns Gods over mij.
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9
|Neemias 2:9|
Toen kwam ik tot de landvoogden aan gene zijde der rivier, en gaf hun de brieven des konings. En de koning had oversten des heirs en ruiteren met mij gezonden.
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10
|Neemias 2:10|
Toen nu Sanballat, de Horoniet, en Tobia, de Ammonietische knecht dat hoorden, mishaagde het hun met groot mishagen, dat er een mens gekomen was, om wat goeds te zoeken voor de kinderen Israels.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva