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Dutch Staten Vertaling -
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|Neemias 4:1|
Maar het geschiedde, als Sanballat gehoord had, dat wij den muur bouwden, zo ontstak hij, en werd zeer toornig; en hij bespotte de Joden.
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|Neemias 4:2|
En sprak in de tegenwoordigheid zijner broederen en van het heir van Samaria, en zeide: Wat doen deze amechtige Joden? Zal men hen laten geworden? Zullen zij offeren? Zullen zij het in een dag voleinden? Zullen zij de steentjes uit de stofhopen levend maken, daar zij verbrand zijn?
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3
|Neemias 4:3|
En Tobia, den Ammoniet, was bij hem, en zeide: Al is het, dat zij bouwen, zo er een vos opkwame, hij zou hun stenen muur wel verscheuren.
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4
|Neemias 4:4|
Hoor, o onze God! dat wij zeer veracht zijn, en keer hun versmaadheid weder op hun hoofd, en geef hen over tot een roof in een land der gevangenis.
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5
|Neemias 4:5|
En dek hun ongerechtigheid niet toe; en hun zonde worde niet uitgedelgd van voor Uw aangezicht, want zij hebben U getergd, staande tegenover de bouwlieden.
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6
|Neemias 4:6|
Doch wij bouwden den muur, zodat de ganse muur samengevoegd werd tot zijn helft toe; want het hart des volks was om te werken.
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7
|Neemias 4:7|
En het geschiedde, als Sanballat, en Tobia, en de Arabieren, en de Ammonieten, en de Asdodieten hoorden, dat de verbetering aan de muren van Jeruzalem toenam, dat de scheuren begonnen gestopt te worden, zo ontstaken zij zeer;
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8
|Neemias 4:8|
En zij maakten allen te zamen een verbintenis, dat zij zouden komen om tegen Jeruzalem te strijden, en een verbijstering daarin te maken.
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9
|Neemias 4:9|
Maar wij baden tot onzen God, en zetten wacht tegen hen, dag en nacht, hunnenthalve.
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10
|Neemias 4:10|
Toen zeide Juda: De kracht der dragers is vervallen, en des stofs is veel, zodat wij aan den muur niet zullen kunnen bouwen.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva