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Dutch Staten Vertaling -
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1
|Neemias 6:1|
Voorts is het geschied, als van Sanballat, en Tobia, en van Gesem, den Arabier, en van onze andere vijanden gehoord was, dat ik den muur gebouwd had, en dat geen scheur daarin was overgelaten; ook had ik tot dezen tijd toe de deuren niet opgezet in de poorten;
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2
|Neemias 6:2|
Zo zond Sanballat, en Gesem, tot mij, om te zeggen: Kom en laat ons te zamen vergaderen in de dorpen, in het dal Ono. Maar zij dachten mij kwaad te doen.
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3
|Neemias 6:3|
En ik zond boden tot hen, om te zeggen: Ik doe een groot werk, zodat ik niet zal kunnen afkomen; waarom zou dit werk ophouden, terwijl ik het zou nalaten, en tot ulieden afkomen?
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4
|Neemias 6:4|
Zij zonden nu wel viermaal tot mij, op dezelfde wijze. En ik antwoordde hun op dezelfde wijze.
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5
|Neemias 6:5|
Toen zond Sanballat tot mij op dezelfde wijze, ten vijfden male, zijn jongen, met een open brief in zijn hand.
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6
|Neemias 6:6|
Daarin was geschreven: Het is onder de volken gehoord, en Gasmu zegt: Gij en de Joden denkt te rebelleren, daarom bouwt gij den muur, en gij zult hun ten koning zijn; naar dat deze zaken zijn.
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7
|Neemias 6:7|
Dat gij ook profeten hebt besteld, om van u te Jeruzalem uit te roepen, zeggende: Hij is koning in Juda. Nu zal het van den koning gehoord worden, naar dat deze zaken zijn; kom dan nu, en laat ons te zamen raadslaan.
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8
|Neemias 6:8|
Doch ik zond tot hem, om te zeggen: Er is van al zulke zaken, als gij zegt, niets geschied; maar gij versiert ze uit uw hart.
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9
|Neemias 6:9|
Want zij allen zochten ons vreesachtig te maken, zeggende: Hun handen zullen van het werk aflaten, dat het niet zal gedaan worden; nu dan, sterk mijn handen!
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10
|Neemias 6:10|
Als ik nu kwam in het huis van Semaja, den zoon van Delaja, den zoon van Mehetabeel (hij nu was besloten), zo zeide hij: Laat ons samenkomen in het huis Gods, in het midden des tempels, en laat ons de deuren des tempels toesluiten; want zij zullen komen om u te doden, ja, bij nacht zullen zij komen, om u te doden.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva