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Dutch Staten Vertaling -
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|Neemias 10:38|
En dat er een priester, een zoon van Aaron, bij de Levieten zou zijn, als de Levieten de tienden ontvangen; en dat de Levieten de tienden zouden opbrengen ten huize onzes Gods, in de kameren van het schathuis.
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39
|Neemias 10:39|
Want de kinderen Israels en de kinderen van Levi moeten hefoffer van koren, most en olie in die kameren brengen, omdat aldaar de vaten des heiligdoms zijn, en de priesteren, die dienen, en de poortiers, en de zangers; dat wij alzo het huis onzes Gods niet zouden verlaten.
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1
|Neemias 11:1|
Voorts woonden de oversten des volks te Jeruzalem; maar het overige des volks wierpen loten, om uit tien een uit te brengen, die in de heilige stad Jeruzalem zou wonen, en negen delen in de andere steden.
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2
|Neemias 11:2|
En het volk zegende al de mannen, die vrijwilliglijk aanboden te Jeruzalem te wonen.
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3
|Neemias 11:3|
En dit zijn de hoofden van het landschap, die te Jeruzalem woonden; (maar in de steden van Juda woonden, een iegelijk op zijn bezitting, in hun steden, Israel, de priesters, en de Levieten, en de Nethinim, en de kinderen der knechten van Salomo).
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4
|Neemias 11:4|
Te Jeruzalem dan woonden sommigen van de kinderen van Juda, en van de kinderen van Benjamin. Van de kinderen van Juda: Athaja, de zoon van Uzzia, den zoon van Zacharja, den zoon van Amarja, den zoon van Sefatja, den zoon van Mahalaleel, van de kinderen van Perez;
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5
|Neemias 11:5|
En Maaseja, de zoon van Baruch, den zoon van Kol-hose, den zoon van Hazaja, den zoon van Adaja, den zoon van Jojarib, den zoon van Zacharja, den zoon van Siloni.
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6
|Neemias 11:6|
Alle kinderen van Perez, die te Jeruzalem woonden, waren vierhonderd acht en zestig dappere mannen.
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7
|Neemias 11:7|
En dit zijn de kinderen van Benjamin: Sallu, de zoon van Mesullam, den zoon van Joed, den zoon van Pedaja, den zoon van Kolaja, den zoon van Maaseja, den zoon van Ithiel, den zoon van Jesaja;
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8
|Neemias 11:8|
En na hem Gabbai, Sallai; negenhonderd acht en twintig.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva