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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|Provérbios 17:1|
Een droge bete, en rust daarbij, is beter, dan een huis vol van geslachte beesten met twist.
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2
|Provérbios 17:2|
Een verstandig knecht zal heersen over een zoon, die beschaamd maakt, en in het midden der broederen zal hij erfenis delen.
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3
|Provérbios 17:3|
De smeltkroes is voor het zilver, en de oven voor het goud; maar de HEERE proeft de harten.
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4
|Provérbios 17:4|
De boosdoener merkt op de ongerechtige lip; een leugenaar neigt het oor tot de verkeerde tong.
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5
|Provérbios 17:5|
Die den arme bespot, smaadt deszelfs Maker; die zich verblijdt in het verderf, zal niet onschuldig zijn.
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6
|Provérbios 17:6|
De kroon de ouden zijn de kindskinderen, en der kinderen sieraad zijn hun vaderen.
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7
|Provérbios 17:7|
Een voortreffelijke lip past een dwaze niet, veelmin een prins een leugenachtige lip.
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8
|Provérbios 17:8|
Het geschenk is in de ogen zijner heren een aangenaam gesteente; waarhenen het zich zal wenden, zal het wel gedijen.
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9
|Provérbios 17:9|
Die de overtreding toedekt, zoekt liefde; maar die de zaak weder ophaalt, scheidt den voornaamsten vriend.
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10
|Provérbios 17:10|
De bestraffing gaat dieper in den verstandige, dan den zot honderd maal te slaan.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva