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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Atos 25:1|
Festus therefore, being come into the eparchy, after three days went up to Jerusalem from Caesarea.
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2
|Atos 25:2|
And the chief priests and the chief of the Jews laid informations before him against Paul, and besought him,
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3
|Atos 25:3|
asking as a grace against him that he would send for him to Jerusalem, laying people in wait to kill him on the way.
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4
|Atos 25:4|
Festus therefore answered that Paul should be kept at Caesarea, and that he himself was about to set out shortly.
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5
|Atos 25:5|
Let therefore the persons of authority among you, says he, going down too, if there be anything in this man, accuse him.
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6
|Atos 25:6|
And having remained among them not more than eight or ten days, he went down to Caesarea; and on the next day, having sat down on the judgment-seat, commanded Paul to be brought.
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7
|Atos 25:7|
And when he was come, the Jews who were come down from Jerusalem stood round, bringing many and grievous charges which they were not able to prove:
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8
|Atos 25:8|
Paul answering for himself, Neither against the law of the Jews, nor against the temple, nor against Caesar, have I offended [in] anything.
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9
|Atos 25:9|
But Festus, desirous of obliging the Jews, to acquire their favour, answering Paul, said, Art thou willing to go up to Jerusalem, there to be judged before me concerning these things?
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10
|Atos 25:10|
But Paul said, I am standing before the judgment-seat of Caesar, where I ought to be judged. To the Jews have I done no wrong, as *thou* also very well knowest.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva