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Darby Version -
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11
|Filipenses 4:11|
Not that I speak as regards privation, for as to me *I* have learnt in those circumstances in which I am, to be satisfied in myself.
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12
|Filipenses 4:12|
I know both how to be abased and I know how to abound. In everything and in all things I am initiated both to be full and to be hungry, both to abound and to suffer privation.
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13
|Filipenses 4:13|
I have strength for all things in him that gives me power.
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14
|Filipenses 4:14|
But ye have done well in taking part in my affliction.
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15
|Filipenses 4:15|
And know also *ye*, O Philippians, that in [the] beginning of the gospel, when I came out of Macedonia, no assembly communicated [anything] to me in [the] way of giving and receiving save *ye* alone;
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16
|Filipenses 4:16|
for also in Thessalonica once and even twice ye sent to me for my need.
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17
|Filipenses 4:17|
Not that I seek gift, but I seek fruit abounding to your account.
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18
|Filipenses 4:18|
But I have all things in full supply and abound; I am full, having received of Epaphroditus the things [sent] from you, an odour of sweet savour, an acceptable sacrifice, agreeable to God.
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19
|Filipenses 4:19|
But my God shall abundantly supply all your need according to his riches in glory in Christ Jesus.
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20
|Filipenses 4:20|
But to our God and Father [be] glory to the ages of ages. Amen.
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Sugestões

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04 de novembro LAB 674
O QUE É PECADO?
João 16-18
“É um pecado!” Foi o que um passageiro de um ônibus coletivo, suspirou, ao contemplar, pela janela, a enorme foto de uma mulher bonita, em um outdoor. Eu não sei o que ele estava realmente querendo dizer. Pensei em algumas suposições, de o que seria o ‘pecado’, na opinião daquele paulistano: a) O ato publicitário de postar uma imagem tentadora; b) A mulher em si; c) Uma possível ação imaginária que tenha rodado em sua mente, decorrente da contemplação que fizera àquela peça. Sobre esta última hipótese, ainda há duas possibilidades da definição do seu conceito de ‘pecado’. Se ele estava imaginando-se com aquela mulher, poderia estar lamentando-se por “cair” naquela tentação, ou, poderia ainda, estar deliciando-se com seus pensamentos de luxúria, julgando-os bons, dando assim, ao pecado, uma conotação positiva. Que pecado!
Mas o que é, realmente, ‘pecado’? Muitos crentes gostam de responder a esta pergunta com 1João 3:4, que diz que “o pecado é a transgressão da Lei”. Sim, a Bíblia diz isto. Mas não diz que é só isto. Logo, pode ser isto e algo mais, concorda? Indo mais a fundo, na outra ponta da corda, chega-se quase à filosofia (mas ainda é teologia) da consciência de que pecado é a situação humana de sua alienação de Deus. Este conceito é muito bem defendido por Frank B. Holbrook em seu livro “O Sacerdócio Expiatório de Jesus Cristo”.
E quando Jesus estava para realizar o seu sacrifício por nós, a fim de quebrar esta alienação que existe entre o homem e Deus (Isaías 59), Ele quis deixar bem claro, sob a faceta mais prática possível, o que vem a ser realmente pecado, numa definição que já esclarecesse também o que não é pecado e ainda como não estar em pecado. Jesus, além de ter uma profundidade de conteúdo incomparável, tinha um poder de síntese fantástico. Vemos tudo isto em apenas um verso, quando Ele disse: “Do pecado, porque os homens não crêem em mim ” (João 16:9). Aqui, encontramos uma das definições bíblicas para “pecado”: deixar de crer em Deus, deixar de ter fé. A descrença desagrada tanto a Deus (Hebreus 4:17), ao ponto de, como conseqüência, causar um impacto quase irreparável no relacionamento entre o Criador e aqueles que Ele tanto ama.
É preciso crer em Deus, porque “tudo que não provém da fé é pecado (Romanos 14:23)”. A dúvida foi o primeiro grande mal, e é a origem de todos os males (leia Gênesis 3). É por isto que a obra do Espírito Santo e a intercessão de Jesus (cf. João 16-18) são tão importantes para nós. Peça-Lhe força para crer!
Valdeci Júnior
Fátima Silva