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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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31
|Levítico 14:31|
of what his hand was able to get shall the one be a sin-offering, and the other a burnt-offering, with the oblation; and the priest shall make atonement for him that is to be cleansed before Jehovah.
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32
|Levítico 14:32|
This is the law for him in whom is the sore of leprosy, whose hand cannot get what is [regularly prescribed] in his cleansing.
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33
|Levítico 14:33|
And Jehovah spoke to Moses and to Aaron, saying,
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34
|Levítico 14:34|
When ye come into the land of Canaan, which I give to you for a possession, and I put a leprous plague in a house of the land of your possession,
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35
|Levítico 14:35|
then he whose house it is shall come and tell the priest, saying, It seemeth to me like a plague in the house;
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36
|Levítico 14:36|
and the priest shall command that they empty the house before the priest go into it to see the plague, that all that is in the house be not made unclean; and afterwards the priest shall go in to see the house.
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37
|Levítico 14:37|
And when he looketh on the plague, and behold, the plague is in the walls of the house, greenish or reddish hollows, and their look is deeper than the surface of the wall,
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38
|Levítico 14:38|
then the priest shall go out of the house to the entrance of the house, and shut up the house seven days.
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|Levítico 14:39|
And the priest shall come again the seventh day, and when he looketh, and behold, the plague hath spread in the walls of the house,
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40
|Levítico 14:40|
then the priest shall command that they take away the stones in which the plague is, and they shall cast them out of the city, in an unclean place.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva