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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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11
|Levítico 23:11|
And he shall wave the sheaf before Jehovah, to be accepted for you; on the next day after the sabbath the priest shall wave it.
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12
|Levítico 23:12|
And ye shall offer that day when ye wave the sheaf, a he-lamb without blemish, a yearling, for a burnt-offering to Jehovah;
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13
|Levítico 23:13|
and the oblation thereof: two tenths of fine flour mingled with oil, an offering by fire to Jehovah for a sweet odour; and the drink-offering thereof, of wine, a fourth part of a hin.
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14
|Levítico 23:14|
And ye shall not eat bread, or roast corn, or green ears, until the same day that ye have brought the offering of your God: [it is] an everlasting statute throughout your generations in all your dwellings.
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15
|Levítico 23:15|
And ye shall count from the morning after the sabbath, from the day that ye brought the sheaf of the wave-offering, seven weeks; they shall be complete;
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16
|Levítico 23:16|
even unto the morning after the seventh sabbath shall ye count fifty days; and ye shall present a new oblation to Jehovah.
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17
|Levítico 23:17|
Out of your dwellings shall ye bring two wave-loaves, of two tenths of fine flour; with leaven shall they be baken; [as] first-fruits to Jehovah.
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18
|Levítico 23:18|
And ye shall present with the bread seven he-lambs without blemish, yearlings, and one young bullock, and two rams: they shall be a burnt-offering to Jehovah with their oblation, and their drink-offerings, an offering by fire of a sweet odour to Jehovah.
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19
|Levítico 23:19|
And ye shall sacrifice one buck of the goats for a sin-offering, and two he-lambs, yearlings, for a sacrifice of peace-offering.
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20
|Levítico 23:20|
And the priest shall wave them with the bread of the first-fruits as a wave-offering before Jehovah, with the two he-lambs; they shall be holy to Jehovah, for the priest.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva