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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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27
|Levítico 25:27|
then shall he reckon the years since the sale thereof, and restore the overplus unto the man to whom he sold it; and so return unto his possession.
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28
|Levítico 25:28|
And if his hand have not found what sufficeth for him to restore it to him, then that which is sold shall remain in the hand of the purchaser, until the year of jubilee; and in the jubilee it shall go out, and he shall return unto his possession.
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29
|Levítico 25:29|
And if any one sell a dwelling-house in a walled city, then he shall have the right of redemption up to the end of the year of the sale thereof; for a full year shall he have the right of redemption.
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30
|Levítico 25:30|
But if it be not redeemed until a whole year is complete, then the house that is in the walled city shall be established for ever to him that bought it, throughout his generations: it shall not go out in the jubilee.
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31
|Levítico 25:31|
But the houses in villages that have no wall round about them shall be reckoned as the fields of the country: they may be redeemed, and they shall go out in the jubilee.
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32
|Levítico 25:32|
But as to the cities of the Levites, the houses in the cities of their possession, the Levites shall have a perpetual right of redemption.
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33
|Levítico 25:33|
And if any one redeem from one of the Levites, then the house that was sold, in the city of his possession, shall go out in the jubilee; for the houses of the cities of the Levites are their possession among the children of Israel.
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34
|Levítico 25:34|
And the field of the suburbs of their cities shall not be sold; for it is their perpetual possession.
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35
|Levítico 25:35|
And if thy brother grow poor, and he be fallen into decay beside thee, then thou shalt relieve him, [be he] stranger or sojourner, that he may live beside thee.
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36
|Levítico 25:36|
Thou shalt take no usury nor increase of him; and thou shalt fear thy God; that thy brother may live beside thee.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva