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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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28
|Mateus 24:28|
[For] wherever the carcase is, there will be gathered the eagles.
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29
|Mateus 24:29|
But immediately after the tribulation of those days the sun shall be darkened, and the moon not give her light, and the stars shall fall from heaven, and the powers of the heavens shall be shaken.
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30
|Mateus 24:30|
And then shall appear the sign of the Son of man in heaven; and then shall all the tribes of the land lament, and they shall see the Son of man coming on the clouds of heaven with power and great glory.
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31
|Mateus 24:31|
And he shall send his angels with a great sound of trumpet, and they shall gather together his elect from the four winds, from [the one] extremity of [the] heavens to [the other] extremity of them.
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32
|Mateus 24:32|
But learn the parable from the fig-tree: When already its branch becomes tender and produces leaves, ye know that the summer is near.
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33
|Mateus 24:33|
Thus also *ye*, when ye see all these things, know that it is near, at the doors.
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34
|Mateus 24:34|
Verily I say to you, This generation will not have passed away until all these things shall have taken place.
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35
|Mateus 24:35|
The heaven and the earth shall pass away, but my words shall in no wise pass away.
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36
|Mateus 24:36|
But of that day and hour no one knows, not even the angels of the heavens, but [my] Father alone.
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37
|Mateus 24:37|
But as the days of Noe, so also shall be the coming of the Son of man.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva