-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Darby Version -
-
11
|Romanos 12:11|
as to diligent zealousness, not slothful; in spirit fervent; serving the Lord.
-
12
|Romanos 12:12|
As regards hope, rejoicing: as regards tribulation, enduring: as regards prayer, persevering:
-
13
|Romanos 12:13|
distributing to the necessities of the saints; given to hospitality.
-
14
|Romanos 12:14|
Bless them that persecute you; bless, and curse not.
-
15
|Romanos 12:15|
Rejoice with those that rejoice, weep with those that weep.
-
16
|Romanos 12:16|
Have the same respect one for another, not minding high things, but going along with the lowly: be not wise in your own eyes:
-
17
|Romanos 12:17|
recompensing to no one evil for evil: providing things honest before all men:
-
18
|Romanos 12:18|
if possible, as far as depends on you, living in peace with all men;
-
19
|Romanos 12:19|
not avenging yourselves, beloved, but give place to wrath; for it is written, Vengeance [belongs] to me, *I* will recompense, saith the Lord.
-
20
|Romanos 12:20|
If therefore thine enemy should hunger, feed him; if he should thirst, give him drink; for, so doing, thou shalt heap coals of fire upon his head.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva