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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|1 Tessalonicenses 2:1|
I veten ju själva, käre bröder, att det icke var utan kraft vi begynte vårt arbete hos eder.
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2
|1 Tessalonicenses 2:2|
Nej, fastän vi, såsom i veten, i Filippi förut hade fått utstå lidande och misshandling, hade vi dock frimodighet i vår Gud till att förkunna för eder Guds evangelium, under mycken kamp.
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3
|1 Tessalonicenses 2:3|
Ty vad vi tala till tröst och förmaning, det har icke sin grund i villfarelse eller i orent uppsåt, ej heller sker det med svek;
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4
|1 Tessalonicenses 2:4|
utan därför att vi av Gud hava prövats värdiga att få evangelium oss betrott, tala vi i enlighet därmed, icke för att vara människor till behag, utan för att vara Gud till behag, honom som prövar våra hjärtan.
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5
|1 Tessalonicenses 2:5|
Aldrig någonsin hava vi uppträtt med smickrets ord, det veten I, ej heller så, att vi skulle få en förevändning att bereda oss vinning -- Gud är vårt vittne.
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6
|1 Tessalonicenses 2:6|
Ej heller hava vi sökt pris av människor, vare sig av eder eller av andra,
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7
|1 Tessalonicenses 2:7|
fastän vi såsom Kristi apostlar väl hade kunnat uppträda med myndighet. Tvärtom hava vi visat oss milda bland eder, såsom när en moder omhuldar sina späda barn.
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8
|1 Tessalonicenses 2:8|
I sådan ömhet om eder ville vi gärna icke allenast göra också eder delaktiga av Guds evangelium, utan till och med offra våra liv för eder, ty I haden blivit oss kära.
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9
|1 Tessalonicenses 2:9|
I kommen ju ihåg, käre bröder, vårt arbete och vår möda, huru vi, under det att vi predikade för eder Guds evangelium, strävade natt och dag, för att icke bliva någon av eder till tunga.
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10
|1 Tessalonicenses 2:10|
I själva ären våra vittnen, och Gud är vårt vittne, I veten, och han vet huru heligt och rättfärdigt och ostraffligt vi förhöllo oss mot eder, I som tron.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva