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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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30
|Gênesis 34:30|
Men Jakob sade till Simeon och Levi: »I haven dragit olycka över mig, då I nu haven gjort mig förhatlig för landets inbyggare, kananéerna och perisséerna. Mitt folk är allenast en ringa hop; man skall nu församla sig mot mig och slå mig ihjäl; så skall jag med mitt hus förgöras.»
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31
|Gênesis 34:31|
Men de svarade: »Skulle man då få behandla vår syster såsom en sköka?»
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1
|Gênesis 35:1|
Och Gud sade till Jakob: »Stå upp, drag till Betel och stanna där, och res där ett altare åt den Gud som uppenbarade sig för dig, när du flydde för din broder Esau.»
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2
|Gênesis 35:2|
Då sade Jakob till sitt husfolk och till alla som voro med honom: »Skaffen bort de främmande gudar som I haven bland eder, och renen eder och byten om kläder,
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3
|Gênesis 35:3|
och låt oss så stå upp och draga till Betel; där vill jag resa ett altare åt den Gud som bönhörde mig, när jag var i nöd, och som var med mig på den väg jag vandrade.»
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4
|Gênesis 35:4|
Då gåvo de åt Jakob alla de främmande gudar som de hade hos sig, därtill ock sina örringar; och Jakob grävde ned detta under terebinten vid Sikem.
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5
|Gênesis 35:5|
Sedan bröto de upp; och en förskräckelse ifrån Gud kom över de kringliggande städerna, så att man icke förföljde Jakobs söner.
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6
|Gênesis 35:6|
Och Jakob kom till Lus, det är Betel, i Kanaans land, jämte allt det folk som var med honom.
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7
|Gênesis 35:7|
Och han byggde där ett altare och kallade platsen
El-Betel , därför att Gud där hade uppenbarat sig för honom, när han flydde för sin broder.
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8
|Gênesis 35:8|
Och Debora, Rebeckas amma, dog och blev begraven nedanför Betel, under en ek; den fick namnet Gråtoeken.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva