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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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|Isaías 36:5|
Jag säger: Det är allenast munväder, att du vet råd och har makt att föra kriget. På vem förtröstar du då, eftersom du har satt dig upp mot mig?
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6
|Isaías 36:6|
Du förtröstar väl på den bräckta rörstaven Egypten, men se, när någon stöder sig på den, går den i i hans hand och genomborrar den. Ty sådan är Farao, konungen i Egypten, för alla som förtrösta på honom.
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7
|Isaías 36:7|
Eller säger du kanhända till mig: 'Vi förtrösta på HERREN, vår Gud?' Var det då icke hans offerhöjder och altaren Hiskia avskaffade, när han sade till Juda och Jerusalem: 'Inför detta altare skolen I tillbedja'?
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8
|Isaías 36:8|
Men ingå nu ett vad med min herre, konungen i Assyrien: jag vill giva dig två tusen hästar, om du kan skaffa dig ryttare till dem.
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9
|Isaías 36:9|
Huru skulle du då kunna slå tillbaka en enda ståthållare, en av min herres ringaste tjänare? Och du sätter din förtröstan till Egypten i hopp om att så få vagnar och ryttare!
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10
|Isaías 36:10|
Menar du då att jag utan HERRENS vilja har dragit upp till detta land för att fördärva det? Nej, det är HERREN, som har sagt till mig: Drag upp mot detta land och fördärva det.»
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11
|Isaías 36:11|
Då sade Eljakim och Sebna och Joa till Rab-Sake: »Tala till dina tjänare på arameiska, ty vi förstå det språket, och tala icke till oss på judiska inför folket som står på muren.»
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12
|Isaías 36:12|
Men Rab-Sake svarade: »Är det då till din herre och till dig, som min herre har sänt mig att tala dessa ord? Är det icke fastmer till de män som sitta på muren och som jämte eder skola nödgas äta sin egen träck och dricka sitt eget vatten?»
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13
|Isaías 36:13|
Därefter trädde Rab-Sake närmare och ropade med hög röst på judiska och sade: »Hören den store konungens, den assyriske konungens, ord.
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14
|Isaías 36:14|
Så säger konungen: Låten icke Hiskia bedraga eder, ty han förmår icke rädda eder.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva