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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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|Isaías 43:10|
Men I ären mina vittnen, säger HERREN, I ären min tjänare, den som jag har utvalt, på det att I mån veta och tro mig och förstå, att det är jag; före mig är ingen Gud danad, och efter mig skall ingen komma.
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|Isaías 43:11|
Jag, jag är HERREN, och förutom mig finnes ingen frälsare.
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|Isaías 43:12|
Jag har förkunnat det och skaffat frälsning, jag har kungjort det och ingen främmande gud bland eder. I ären mina vittnen, säger HERREN; och jag är Gud.
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13
|Isaías 43:13|
Ja, allt framgent är jag densamme, och ingen kan rädda från min hand. När jag vill göra något, vem kan då avvända det?
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14
|Isaías 43:14|
Så säger HERREN, eder förlossare, Israels Helige: För eder skull sänder jag mitt bud mot Babel, och jag skall driva dem allasammans på flykten, jag skall driva kaldéerna ned på skeppen som voro deras fröjd.
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15
|Isaías 43:15|
Jag är HERREN, eder Helige, Israels skapare, eder konung.
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|Isaías 43:16|
Så säger HERREN, han som gör en väg i havet, en stig i väldiga vatten,
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|Isaías 43:17|
han som för vagnar och hästar ditut, ja, härskara och och stridsmakt, sedan ligga de där tillhopa och kunna icke stå upp, de äro utsläckta, de hava slocknat såsom en veke:
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|Isaías 43:18|
Tänken icke på vad förr har varit, akten icke på vad fordom har skett.
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19
|Isaías 43:19|
Se, jag vill göra något nytt. Redan nu visar det sig; märken I det icke? Ja, jag skall göra en väg i öknen och strömmar i ödemarken,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva