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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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|João 9:5|
Så länge jag är i världen, är jag världens ljus.»
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6
|João 9:6|
När han hade sagt detta, spottade han på jorden och gjorde en deg av spotten och lade degen på mannens ögon
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7
|João 9:7|
och sade till honom: »Gå bort och två dig i dammen Siloam» (det betyder utsänd). Mannen gick då dit och tvådde sig; och när han kom igen, kunde han se.
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8
|João 9:8|
Då sade grannarna och andra som förut hade sett honom såsom tiggare: »Är detta icke den man som att och tiggde?»
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9
|João 9:9|
Somliga svarade: »Det är han.» Andra sade: »Nej, men han är lik honom.» Själv sade han: »Jag är den mannen.»
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10
|João 9:10|
Och de frågade honom: »Huru blevo då dina ögon öppnade?»
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11
|João 9:11|
Han svarade: »Den man som heter Jesus gjorde en deg och smorde därmed mina ögon och sade till mig: 'Gå bort till Siloam och två dig.' Jag gick då dit och tvådde mig, och så fick jag min syn.»
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12
|João 9:12|
De frågade honom: »Var är den mannen?» Han svarade: »Det vet jag icke.»
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13
|João 9:13|
Då förde de honom, mannen som förut hade varit blind, bort till fariséerna.
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|João 9:14|
Och det var sabbat den dag då Jesus gjorde degen och öppnade hans ögon.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva