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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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|João 12:5|
»Varför sålde man icke hellre denna smörjelse för tre hundra silverpenningar och gav dessa åt de fattiga?»
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6
|João 12:6|
Detta sade han, icke därför, att han frågade efter de fattiga, utan därför, att han var en tjuv och plägade taga vad som lades i penningpungen, vilken han hade om hand.
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7
|João 12:7|
Men Jesus sade: »Låt henne vara; må hon få fullgöra detta för min begravningsdag.
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8
|João 12:8|
De fattiga haven I ju alltid ibland eder, men mig haven I icke alltid.»
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9
|João 12:9|
Nu hade det blivit känt för den stora hopen av judarna att Jesus var där, och de kommo dit, icke allenast för hans skull, utan ock för att se Lasarus, som han hade uppväckt från de döda.
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10
|João 12:10|
Då beslöto översteprästerna att döda också Lasarus.
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11
|João 12:11|
Ty för hans skull gingo många judar bort och trodde på Jesus.
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12
|João 12:12|
När dagen därefter det myckna folk som hade kommit till högtiden fick höra att Jesus var på väg till Jerusalem,
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13
|João 12:13|
togo de palmkvistar och gingo ut för att möta honom och ropade: »Hosianna! Välsignad vare han som kommer, i Herrens namn, han som är Israels konung.»
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14
|João 12:14|
Och Jesus fick sig en åsnefåle och satte sig upp på den, såsom det är skrivet:
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva