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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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31
|Juízes 11:31|
så lovar jag att vadhelst som ur dörrarna till mitt hus går ut emot mig, när jag välbehållen kommer tillbaka från Ammons barn, det skall höra HERREN till, och det skall jag offra till brännoffer.»
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32
|Juízes 11:32|
Så drog nu Jefta åstad mot Ammons barn för att strida mot dem; och HERREN gav dem i hans hand.
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33
|Juízes 11:33|
Och han tillfogade dem ett mycket stort nederlag och intog landet från Aroer ända till fram emot Minnit, tjugu städer, och ända till Abel-Keramim. Alltså blevo Ammons barn kuvade under Israels barn.
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34
|Juízes 11:34|
När sedan Jefta kom hem till sitt hus i Mispa, då gick hans dotter ut emot honom med pukor och dans. Och hon var hans enda barn, han hade utom henne varken son eller dotter.
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35
|Juízes 11:35|
I detsamma han nu fick se henne, rev han sönder sina kläder och ropade: »Ve mig, min dotter, du kommer mig att sjunka till jorden, du drager olycka över mig! Ty jag har öppnat min mun inför HERREN till ett löfte och kan icke taga mitt ord tillbaka.»
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36
|Juízes 11:36|
Hon svarade honom: »Min fader, har du öppnat din mun inför HERREN, så gör med mig enligt din muns tal, eftersom HERREN nu har skaffat dig hämnd på dina fiender, Ammons barn.»
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37
|Juízes 11:37|
Och hon sade ytterligare till sin fader: »Uppfyll dock denna min begäran: unna mig två månader, så att jag får gå åstad ned på bergen och begråta min jungfrudom med mina väninnor.
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38
|Juízes 11:38|
Han svarade: »Du får gå åstad.» Och han tillstadde henne att vara borta i två månader. Då gick hon åstad med sina väninnor och begrät sin jungfrudom på bergen.
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39
|Juízes 11:39|
Men efter två månader vände hon tillbaka till sin fader, och han förfor då med henne efter det löfte han hade gjort. Och hon hade icke känt någon man.
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40
|Juízes 11:40|
Sedan blev det en sedvänja i Israel att Israels döttrar år efter år gingo åstad för att lovprisa gileaditen Jeftas dotter, under fyra dagar vart år.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva