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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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11
|Lucas 14:11|
Ty var och en som upphöjer sig, han skall bliva förödmjukad, och den som ödmjukar sig, han skall bliva upphöjd.»
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12
|Lucas 14:12|
Han sade ock till den som hade bjudit honom: »När du gör ett gästabud, på middagen eller på aftonen, så inbjud icke dina vänner eller dina bröder eller dina fränder, ej heller rika grannar, så att de bjuda dig igen och du därigenom får vedergällning.
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13
|Lucas 14:13|
Nej, när du gör gästabud, så bjud fattiga, krymplingar, halta, blinda.
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14
|Lucas 14:14|
Salig är du då; ty eftersom de icke förmå vedergälla dig, skall du få din vedergällning vid de rättfärdigas uppståndelse.»
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15
|Lucas 14:15|
Då nu en av de andra vid bordet hörde detta, sade denne till honom: »Salig är den som får bliva bordsgäst i Guds rike!»
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16
|Lucas 14:16|
Då sade han till honom: »En man tillredde ett stort gästabud och bjöd många.
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17
|Lucas 14:17|
Och när gästabudet skulle hållas, sände han ut sin tjänare och lät säga till dem som voro bjudna: 'Kommen, ty nu är allt redo.'
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18
|Lucas 14:18|
Men de begynte alla strax ursäkta sig. Den förste sade till honom: 'Jag har köpt ett jordagods, och jag måste gå ut och bese det. Jag beder dig, tag emot min ursäkt.'
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19
|Lucas 14:19|
En annan sade: 'Jag har köpt fem par oxar, och jag skall nu gå åstad och försöka dem. Jag beder dig, tag emot min ursäkt.'
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20
|Lucas 14:20|
Åter en annan sade: 'Jag har tagit mig hustru, och därför kan jag icke komma.'
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva