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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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22
|Lucas 23:22|
Då talade han till dem för tredje gången och frågade: »Vad ont har denne då gjort? Jag har icke funnit honom skyldig till något som förtjänar döden Därför vill jag giva honom lös, sedan jag har tuktat honom.»
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23
|Lucas 23:23|
Men de lågo över honom med höga rop och begärde att han skulle låta korsfästa honom; och deras rop blevo honom övermäktiga.
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24
|Lucas 23:24|
Då dömde Pilatus att så skulle ske, som de begärde.
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25
|Lucas 23:25|
Och han lösgav den man de begärde, den som hade blivit kastad i fängelse för upplopp och dråp; men Jesus utlämnade han, för att med honom skulle ske efter deras vilja.
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26
|Lucas 23:26|
När de sedan förde bort honom, fingo de fatt en man, Simon från Cyrene, som kom utifrån marken; på honom lade de korset, för att han skulle bära det efter Jesus.
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27
|Lucas 23:27|
Men en stor hop folk följde med honom, bland dem också kvinnor som jämrade sig och gräto över honom.
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28
|Lucas 23:28|
Då vände Jesus sig om till dem och sade: »I Jerusalems döttrar, gråten icke över mig, utan gråten över eder själva och över edra barn.
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29
|Lucas 23:29|
Ty se, den tid skall komma, då man skall säga: 'Saliga äro de ofruktsamma, de moderliv som icke hava fött barn, och de bröst som icke hava givit di.'
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30
|Lucas 23:30|
Då skall man begynna säga till: bergen: 'Fallen över oss', och till höjderna: 'Skylen oss.'
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31
|Lucas 23:31|
Ty om han gör så med det friska trädet, vad skall icke då ske med det torra!»
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva