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Giovanni Diodati Bible (1649) -
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16
|Rute 3:16|
E Rut venne alla sua suocera. Ed ella le disse: Chi sei, figliuola mia? E Rut le dichiarò tutto ciò che quell´uomo le avea fatto.
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17
|Rute 3:17|
Le disse ancora: Egli mi ha date queste sei misure d´orzo; perciocchè egli mi ha detto: Non tornar vuota alla tua suocera.
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18
|Rute 3:18|
E Naomi le disse: Rimantene, figliuola mia, finchè tu sappia come la cosa riuscirà; perciocchè quell´uomo non resterà ch´egli non abbia oggi compiuto quest´affare.
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1
|Rute 4:1|
BOOZ adunque salì alla porta, e vi si pose a sedere. Ed ecco, colui che avea la ragione della consanguinità, del quale Booz avea parlato, passò. E Booz gli disse: O tu, tale, vieni qua, e poniti qui a sedere. Ed egli andò, e si pose a sedere.
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2
|Rute 4:2|
E Booz prese dieci uomini degli Anziani della città, e disse loro: Sedete qui; ed essi si misero a sedere.
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3
|Rute 4:3|
Poi Booz disse a colui che avea la ragion della consanguinità: Naomi, ch´è ritornata dalle contrade di Moab, ha venduta la possessione del campo, ch´era di Elimelec, nostro fratello;
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4
|Rute 4:4|
laonde io ho detto di fartene motto, e di dirti che tu l´acquisti in presenza di costoro che seggono qui, e in presenza degli Anziani del mio popolo; se tu la vuoi riscuotere, per ragione di consanguinità, fallo; ma, se tu non la vuoi riscuotere, dichiaramelo, acciocchè io il sappia; perciocchè non v´è alcun altro per riscuoterla, se non tu, ed io dopo te. Allora colui disse: Io la riscuoterò.
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5
|Rute 4:5|
E Booz gli disse: Nel giorno che tu acquisterai il campo della mano di Naomi, tu l´acquisterai ancora da Rut Moabita, moglie del morto, per suscitare il nome del morto sopra la sua eredità.
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6
|Rute 4:6|
Ma, colui che avea la ragione della consanguinità, disse: Io non posso usare la ragione della consanguinità per me; che talora io non dissipi la mia eredità; usa tu la mia ragione della consanguinità, per riscuoterla; perciocchè io non posso farlo.
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7
|Rute 4:7|
Or ab antico v´era questa usanza, che, in caso di riscatto per ragione di consanguinità, e di trasportamento di ragione, per fermar tutto l´affare, l´uomo si traeva la scarpa, e la dava al suo prossimo; e ciò serviva di testimonianza in Israele.
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Sugestões

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30 de julho LAB 577
BLÁ-BLÁ-BLÁ
Isaías 27-29
“Porque é mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali.” Você já usou esse verso para ensinar sobre algum método de como devemos estudar a Bíblia? Sim? Então, peça perdão a Deus, porque torceu o sentido do texto bíblico. Estou falando isso, porque tem gente que pega Isaías 28:10 para argumentar que a Bíblia está mandando estudar o texto sagrado de forma salpicada, pegando um pedacinho em cada canto para defender uma ideia. Mas, se fosse assim, onde estaria o valor do estudo textual da Palavra de Deus?
É claro que o estudo sistemático da Bíblia é muito importante e que, para estudá-la por assunto, é preciso vasculhá-la para juntar tudo o que ela diz. Mas, por favor, ninguém precisa usar Isaías 28:10 para defender isso. Não precisamos pôr na boca do profeta o que ele não disse. É só lermos o capítulo inteiro, olharmos os versos que vêm antes e depois e veremos que o sentido do texto é exatamente o contrário, uma zombaria.
Como assim? Explico: na realidade, no original hebraico, o que temos são algumas palavras que praticamente não dá para traduzir. É uma verdadeira onomatopéia que, para nós que falamos português, não passa de sons sem sentido: “sav lasav sav lasav / kav lakav kav lakav.” Isso era uma imitação zombadora das palavras do profeta Isaías.
Naquela época, os líderes religiosos não faziam seu trabalho. Viviam bêbados. Nesse caso, o significado de “bêbado” pode, também, indicar cegueira espiritual. Quando Isaías chegou trazendo a mensagem do Senhor, eles começaram a caçoar dele: “O que esse profetinha aí está falando pra lá e pra cá? Um monte de asneira?” Esse é o sentido de Isaías 28:10, uma zombaria que estavam fazendo com a pregação de Isaías.
Inclusive, a ferramenta de Estudo Bíblico Strong deixa claro que isso foi usado em zombaria para arremedar as palavras de Isaías, e não pode, jamais, ser usado como um mandamento divino verdadeiro. Para mim, a melhor tradução dessa imitação onomatopaica das palavras de Isaías (na cabeça deles) seria: “beabá, blá-blá-blá, beabá, blá-blá-blá para todo lado.”
Ou seja, a simplicidade da amorosa mensagem divina estava desprezada. Os bêbados de Judá compararam a mensagem de Isaías como conversa para crianças. A Bíblia na Linguagem de Hoje, que em muitos pontos é uma das Bíblias mais teológicas que temos, traduz o verso com muita alegria, quando diz: “Ele está pensando que nós somos crianças e quer nos ensinar o beabá.” Essa era a triste conclusão dos amigos ouvintes do pregador Isaías que, infelizmente, iriam colher consequências amargas por causa desse desprezo para com as profecias.
Não despreze-as, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva