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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|1 Samuel 7:1|
És eljövének a Kirjáth-Jeárimbeliek, és felvitték az Úrnak ládáját, és bevivék Abinádáb házába, [mely] a dombon vala; és Eleázárt, az õ fiát az Úr ládájának õrizésére rendelék."
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2
|1 Samuel 7:2|
És lõn, hogy attól a naptól fogva, a [melyen] Kirjáth-Jeárimban hagyták a ládát, sok idõ eltelék, tudniillik húsz esztendõ. És Izráelnek egész háza síránkozék az Úr után.
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3
|1 Samuel 7:3|
Sámuel pedig szóla Izráel egész házához, mondván: Ha ti teljes szívetekbõl megtértek az Úrhoz, és eltávolítjátok magatok közül az idegen isteneket és Astarótot, és szíveiteket elkészítitek az Úrnak, és csak néki szolgáltok: akkor megszabadít titeket a Filiszteusok kezébõl.
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4
|1 Samuel 7:4|
Elhányák azért Izráel fiai a bálványokat és Astarótot, és csak az Úrnak szolgálának.
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5
|1 Samuel 7:5|
Akkor Sámuel mondá: Gyûjtsétek össze egész Izráelt Mispába, hogy imádkozzam értetek az Úrhoz.
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6
|1 Samuel 7:6|
Összegyûlének azért Mispában, és vizet merítvén, kiönték az Úr elõtt; és bõjtölének azon a napon, és [így] szólának ott: Vétkeztünk az Úr ellen. És ekképen ítélé Sámuel Izráel fiait Mispában."
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7
|1 Samuel 7:7|
Mikor pedig a Filiszteusok meghallották, hogy Izráel fiai összegyûlének Mispában, feljöttek a Filiszteusok fejedelmei Izráel ellen. És mikor [ezt] meghallották Izráel fiai, megrémülének a Filiszteusoktól.
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8
|1 Samuel 7:8|
És mondának Izráel fiai Sámuelnek: Ne szünjél meg érettünk könyörögni az Úrhoz, a mi Istenünkhöz, hogy szabadítson meg minket a Filiszteusok kezébõl.
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9
|1 Samuel 7:9|
Vett azért Sámuel egy szopós bárányt, és megáldozá azt egészen égõáldozatul az Úrnak. És fohászkodék Sámuel Izráelért az Úrhoz, és az Úr meghallgatá õt.
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10
|1 Samuel 7:10|
És lõn, hogy a mikor Sámuel az égõáldozatot végezé, eljövének a Filiszteusok, hogy Izráel ellen harczoljanak. Az Úr pedig mennydörge nagy hangon azon a napon a Filiszteusok felett és [annyira] megzavarta õket, hogy megverettetének Izráel elõtt.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva