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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|2 Reis 18:1|
És Hóseásnak, az Ela fiának, az Izráel királyának harmadik esztendejében kezdett uralkodni Ezékiás, Akháznak, a Júda királyának fia.
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2
|2 Reis 18:2|
Huszonöt esztendõs volt, mikor uralkodni kezdett, és huszonkilencz esztendeig uralkodott Jeruzsálemben; anyjának neve Abi, a Zakariás leánya."
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3
|2 Reis 18:3|
És kedves dolgot cselekedék az Úr szemei elõtt, a mint az õ atyja, Dávid cselekedett volt.
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4
|2 Reis 18:4|
Õ rontotta le a magaslatokat, törte el az oszlopokat, és vágta ki az Aserát, és törte össze az érczkígyót is, a melyet Mózes csinált; mert mind az ideig az Izráel fiai jóillatot tettek annak, és nevezék azt Nékhustánnak."
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5
|2 Reis 18:5|
[Egyedül] az Úrban, Izráel Istenében bízott, és õ utána nem volt hozzá hasonló Júda minden királyai között sem azok között, a kik õ elõtte [voltak.]
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6
|2 Reis 18:6|
Mert az Úrhoz ragaszkodott, és el nem hajlott õ tõle, és megõrizte az õ parancsolatait, a melyeket az Úr Mózesnek parancsolt vala.
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7
|2 Reis 18:7|
És vele volt az Úr mindenütt és a hova csak ment, elõmenetele volt. És elszakadt Assiria királyától, és nem szolgált néki.
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8
|2 Reis 18:8|
Megverte a Filiszteusokat is egész Gázáig és határukat, az õrtornyoktól a kerített városokig.
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9
|2 Reis 18:9|
Ezékiás királynak negyedik esztendejében - a mely Hóseásnak, az Ela fiának, az Izráel királyának hetedik esztendeje - feljött Salmanassár, Assiria királya Samaria ellen, és megszállotta azt;"
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10
|2 Reis 18:10|
És elfoglalta három esztendõ mulva, Ezékiás hatodik esztendejében - ez Hóseásnak, az Izráel királyának kilenczedik esztendeje - ekkor vették be Samariát.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva