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Karoli -
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|Esdras 5:3|
Abban az idõben jöve hozzájok Tattenai folyóvizen túli helytartó, és Sethar-bóznai és társaik, és így szólának nékik: Ki adott néktek szabadságot, hogy e házat építsétek s e kõfalat készítsétek?
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4
|Esdras 5:4|
Ekkor megmondánk nékik ily módon, hogy kik ama férfiak névszerint, kik ez épületet építik.
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5
|Esdras 5:5|
És az õ Istenök szeme vala a zsidók vénein, hogy nem akadályozzák meg õket az építésben, míg az ügy Dárius elébe jutand, a mikor is levélben fognak felelni e dologra nézve.
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6
|Esdras 5:6|
Mássa a levélnek, melyet küldött Tattenai folyóvizen túli helytartó, és Sethar-bóznai és az õ társai, az Afarsakeusok, a kik a folyóvizen túl lakának, Dárius királyhoz.
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7
|Esdras 5:7|
Tudósítást küldének ugyanis hozzá, ekként levén az írva: ""Dárius királynak minden békesség!"
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8
|Esdras 5:8|
Tudtára legyen a királynak, hogy elmentünk Júda tartományába, a nagy Istennek házához, és az építtetik nagy kövekbõl, és fa rakatik a falakra, és e munka szorgalmatosan folyik, és jó szerencsés lészen az õ kezök által.
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9
|Esdras 5:9|
Ekkor megkérdénk azokat a véneket, ily módon szólván hozzájok: Ki adott néktek szabadságot, hogy e házat építsétek, s hogy e kõfalat készítsétek?
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10
|Esdras 5:10|
Sõt még neveiket is megkérdeztük tõlük, hogy tudassuk veled, hogy megírhassuk azon férfiak nevét, kik fejeik.
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11
|Esdras 5:11|
És ekképen felelének nékünk, mondván: Mi az Õ, a menny és föld Istenének szolgái vagyunk, és építjük e házat, mely ennekelõtte sok esztendõkön át meg vala építve, és Izráelnek egy nagy királya építé és végezé be azt.
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|Esdras 5:12|
De minekutána haragra ingerelték volt atyáink a mennynek Istenét, adá õket a Babilóniabeli Káldeus királynak, Nabukodonozornak kezébe, a ki e házat lerontotta, és a népet Babilóniába rabságra vitte.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva