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Karoli -
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|Esdras 7:4|
Ki Zerahja fia, ki Uzzi fia, ki Bukki fia,
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|Esdras 7:5|
Ki Abisua fia, ki Fineás fia, ki Eleázár fia, ki pedig Áronnak, a fõpapnak fia volt.
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6
|Esdras 7:6|
Ez az Ezsdrás feljöve Babilóniából, (õ, a ki bölcs írástudó vala a Mózes törvényében, melyet az Úr, Izráel Istene adott vala) és megadá néki a király az Úrnak, az õ Istenének rajta nyugovó kegyelme szerint minden kérését.
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7
|Esdras 7:7|
Feljövének pedig az Izráel fiai, a papok, a Léviták, az énekesek, a kapunállók és a Léviták szolgái közül [többen] Jeruzsálembe Artaxerxes király hetedik esztendejében.
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8
|Esdras 7:8|
És [Ezsdrás] megérkezék [velök] Jeruzsálembe az ötödik hónapban, a király hetedik esztendejében.
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|Esdras 7:9|
Ugyanis az elsõ hónak elsõ napján határozá el a Babilóniából való feljövetelt, és az ötödik hó elsõ napján érkezett Jeruzsálembe, az õ Istenének rajta nyugvó jó kegyelme szerint;"
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10
|Esdras 7:10|
Mert Ezsdrás erõs szívvel törekedett keresni és cselekedni az Úr törvényét, és tanítani Izráelben a rendeléseket és ítéleteket.
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11
|Esdras 7:11|
És ez mássa a levélnek, melyet adott vala Artaxerxes király Ezsdrásnak, az írástudó papnak, a ki írástudó vala az Úr parancsolatainak beszédiben, Izráelnek adott rendeléseiben:
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|Esdras 7:12|
Artaxerxes, a királyok királya Ezsdrás papnak, ki a menny Istenének törvényében bölcs írástudó és a többi.
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13
|Esdras 7:13|
Szabadságot adok, hogy valaki országomban Izráel népe, papjai és a Léviták közül Jeruzsálembe akar menni, veled elmehet.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva