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Karoli -
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9
|Rute 2:9|
Szemeid legyenek a mezõn, a melyet aratnak, és járj utánok. Ímé meghagytam a szolgáknak, hogy ne bántsanak téged, és ha megszomjúhozol, menj az edényekhez és igyál abból, a mit a szolgák merítenek.
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10
|Rute 2:10|
Akkor ez arczra borula és meghajtá magát a földig, és monda néki: Hogy- hogy találtam [ilyen] kedvességet a te szemeid elõtt, hogy rám tekintettél, holott én idegen vagyok?
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11
|Rute 2:11|
Boáz pedig felele, és monda néki: Bizony elmondtak nékem mindent, amit cselekedtél a te napaddal, férjed halála után, hogy elhagytad a te atyádat és a te anyádat és a te születésednek földét, és jöttél ahhoz a néphez, a melyet nem ismertél azelõtt.
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12
|Rute 2:12|
Fizessen meg az Úr a te cselekedetedért, és legyen teljes a te jutalmad az Úrtól, Izráelnek Istenétõl, a kinek szárnyai alatt oltalmat keresni jöttél.
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13
|Rute 2:13|
Ez pedig monda: Találjak kedvességet a te szemeid elõtt uram, mert megvigasztaltál engem, és mert a te szolgálódnak szívéhez szóltál, holott én nem vagyok a te szolgálóleányaid közül.
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14
|Rute 2:14|
És az evésnek idejekor szóla néki Boáz: Jer ide, és egyél a kenyérbõl, és mártsd be a te falatodat az eczetes [lébe]. És õ leüle az aratók mellé. És pergelt gabonát nyújtott néki, és evett, s jóllakott, sõt még hagyott is.
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15
|Rute 2:15|
Azután felállott, hogy szedegessen és Boáz megparancsolta az õ szolgáinak, mondván: A kévék között is hadd szedegessen, és meg ne pirongassátok õt.
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16
|Rute 2:16|
Sõt húzogassatok ki néki a kévékbõl is, és hagyogassatok el, hogy szedje fel, és meg ne dorgáljátok õt.
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17
|Rute 2:17|
És õ szedegete a mezõn mind estiglen, és kicsépelé, a mit szedegetett, és lett abból szinte egy efa árpa.
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18
|Rute 2:18|
És felvevé és beméne a városba, és napaasszonya látá, a mit õ szedegetett. Aztán elõvevé és odaadá néki, a mit meghagyott, minekutána jóllakott vala.
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Sugestões

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13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva