-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
King James Version -
-
1
|Lucas 18:1|
And he spake a parable unto them to this end, that men ought always to pray, and not to faint;
-
2
|Lucas 18:2|
Saying, There was in a city a judge, which feared not God, neither regarded man:
-
3
|Lucas 18:3|
And there was a widow in that city; and she came unto him, saying, Avenge me of mine adversary.
-
4
|Lucas 18:4|
And he would not for a while: but afterward he said within himself, Though I fear not God, nor regard man;
-
5
|Lucas 18:5|
Yet because this widow troubleth me, I will avenge her, lest by her continual coming she weary me.
-
6
|Lucas 18:6|
And the Lord said, Hear what the unjust judge saith.
-
7
|Lucas 18:7|
And shall not God avenge his own elect, which cry day and night unto him, though he bear long with them?
-
8
|Lucas 18:8|
I tell you that he will avenge them speedily. Nevertheless when the Son of man cometh, shall he find faith on the earth?
-
9
|Lucas 18:9|
And he spake this parable unto certain which trusted in themselves that they were righteous, and despised others:
-
10
|Lucas 18:10|
Two men went up into the temple to pray; the one a Pharisee, and the other a publican.
-
-
Sugestões

Clique para ler Mateus 24-26
11 de outubro LAB 650
RELIGIÃO “DA BOCA PRA FORA”
Mateus 21-23
Conhece esta seita? A igreja “da boca pra fora”? Quer o endereço? Ela fica mais perto da sua casa, do que você imagina. É a tentação que temos de honrar a Deus com os lábios, mantendo-O longe do coração. É um perigo, como dizia uma antiga música secular romântica: “Perigo é ter você perto dos olhos, mas longe do coração”. A religião só é realmente religião quando acontece na prática. Mas o maior paradoxo que Jesus enfrentou foi a carência desta praticidade na vida das pessoas, diante da teoria que lhes circundava. E o enfrentamento era porque o Mestre não era assim. Pelo contrário, era autêntico. Autenticamente diferente do modismo religioso predominante.
Olhando por este prisma, você entende o Cristo, quando teatralizou o papel da entrada do Reino (Mateus 21:1-11). Quase todos os cambistas, vendedores, fregueses, freqüentadores e oficiantes do Templo não conseguiam enxergar por este lado. Por isto se escandalizaram. Nem os discípulos conseguiam ter o pé no chão com equilíbrio. E isto fazia com que não conseguissem vislumbrar as montanhas atrás da figueira. E a sua religiosidade, é uma tradição, uma profissão de fé, ou um viver autêntico? O que as suas crenças têm a ver com as suas práticas?
Não espante-se, por ser questionado. Jesus também o foi (21:23-27), de forma muito mais dura. E se você tiver dificuldades em responder a estas perguntas, não pense que suas respostas estejam longe. Não! Você não precisa ir à biblioteca, ao computador ou a um guru... não precisa de um defensor, um apologeta ou advogado, que lhe defenda. Não é necessário que se desgaste em uma busca cansativa, para apresentar um verdadeiro tratado que satisfaça tais questionamentos. Seria redundar na síndrome do teorismo morto.
Você não conhece pessoas ao seu redor que têm filhos, cônjuge e pais? Como se relacionam? Como você se relaciona com eles? É dos relacionamentos que precisamos aprender de Deus, e através dos relacionamentos que devemos testemunhar de Deus. Você não convive em ambiente de trabalho, em seu cotidiano? Quanto de idoneidade pode ser visto neste sistema de serviço? Tão visão transmite o quê, sobre a presença real de Deus em sua vida e na vida dos envolvidos? Você já lidou com dinheiro, fez negócios, comprou ou vendeu alguma coisa? Deu a César o que lhe era devido e a Deus o que Lhe pertencia? É nestas coisas corriqueiras da vida que a nossa verdadeira religiosidade está estampada (Mateus 22).
E o meu apelo é que, a partir das respostas aos questionamentos que lhe fiz, você tome a atitude de realizar mudanças práticas em sua vida cristã (Mateus 23).
Valdeci Júnior
Fátima Silva