-
-
Louis Segond (1910)
-
-
21
|Ester 9:21|
Il leur prescrivait de célébrer chaque année le quatorzième jour et le quinzième jour du mois d'Adar
-
22
|Ester 9:22|
comme les jours où ils avaient obtenu du repos en se délivrant de leurs ennemis, de célébrer le mois où leur tristesse avait été changée en joie et leur désolation en jour de fête, et de faire de ces jours des jours de festin et de joie où l'on s'envoie des portions les uns aux autres et où l'on distribue des dons aux indigents.
-
23
|Ester 9:23|
Les Juifs s'engagèrent à faire ce qu'ils avaient déjà commencé et ce que Mardochée leur écrivit.
-
24
|Ester 9:24|
Car Haman, fils d'Hammedatha, l'Agaguite, ennemi de tous les Juifs, avait formé le projet de les faire périr, et il avait jeté le pur, c'est-à-dire le sort, afin de les tuer et de les détruire;
-
25
|Ester 9:25|
mais Esther s'étant présentée devant le roi, le roi ordonna par écrit de faire retomber sur la tête d'Haman le méchant projet qu'il avait formé contre les Juifs, et de le pendre au bois, lui et ses fils.
-
26
|Ester 9:26|
C'est pourquoi on appela ces jours Purim, du nom de pur. D'après tout le contenu de cette lettre, d'après ce qu'ils avaient eux-mêmes vu et ce qui leur était arrivé,
-
27
|Ester 9:27|
les Juifs prirent pour eux, pour leur postérité, et pour tous ceux qui s'attacheraient à eux, la résolution et l'engagement irrévocables de célébrer chaque année ces deux jours, selon le mode prescrit et au temps fixé.
-
28
|Ester 9:28|
Ces jours devaient être rappelés et célébrés de génération en génération, dans chaque famille, dans chaque province et dans chaque ville; et ces jours de Purim ne devaient jamais être abolis au milieu des Juifs, ni le souvenir s'en effacer parmi leurs descendants.
-
29
|Ester 9:29|
La reine Esther, fille d'Abichaïl, et le Juif Mardochée écrivirent d'une manière pressante une seconde fois pour confirmer la lettre sur les Purim.
-
30
|Ester 9:30|
On envoya des lettres à tous les Juifs, dans les cent vingt-sept provinces du roi Assuérus. Elles contenaient des paroles de paix et de fidélité,
-
-
Sugestões
Clique para ler Números 15-16
16 de fevereiro LAB 413
O ENSINO BÍBLICO SOBRE A HIGIENE
Números 15-16
Nossa leitura bíblica de hoje se concentra nos capítulos 15 e 16 de Números, mas quero falar um pouco com você sobre um assunto bem comentado tanto em Números como em Levítico: o ensino bíblico sobre a higiene. Na realidade, o ensino bíblico principal sobre a limpeza física aparece em Levítico, capítulos 11-15. Algumas das regras podem parecer estranhas e difíceis para nós. Entretanto, o nosso conhecimento moderno de como muitas doenças são transmitidas nos mostra que essas regras são bem sensatas. Para você ter uma idéia sobre como eram essas regras, leia também Levítico 11:32-40, 13:29-59 e 15:1-15.
A sensatez desses regulamentos estava na necessidade de isolamento e de lavagem para evitar a propagação de infecções. Isso era algo frequentemente enfatizado. Se até hoje em dia, chega a ser difícil distinguir entre os vários tipos de infecções, imagine naquela época! E a melhor maneira de se evitar a propagação de infecções é através da boa higiene. É muito importante. Naquela época, eles não sabiam dominá-las totalmente, mas tinham que lidar com aquelas doenças que, para nós, são simples. Mas, no nosso mundo atual, também temos procedimentos parecidos com os deles. Por exemplo, quando lidamos com os perigos das DSTs. Nós sabemos que uma transmissão de doenças como a AIDS (ou até mesmo de uma simples hepatite), através do sangue e outros fluídos do corpo, mostram claramente que precisamos tomar cuidado com certos tipos de contato.
Portanto, o princípio continua o mesmo. Paulo bem o expressou em Romanos 12:1, insistindo que devemos apresentar os nossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.
E se o princípio é o mesmo, cabe-nos ainda, perguntar-nos: “Que tipo de corpo estamos oferecendo ao vivermos para o Senhor? Apesar de que nem sempre podemos evitar as doenças, nós estamos fazendo o melhor uso dos nossos recursos, tanto fisicamente como espiritualmente?” Ou, pelo contrário, estamos colocando as outras pessoas em risco por causa da nossa má higiene? Afinal, essa não seria uma atitude cristã (Filipenses 2:4), certo?
E quando você lê todas as passagens que citei acima, principalmente as vétero testamentárias, pode perceber nitidamente que a idéia de limpeza está diretamente relacionada ao senso da necessidade que o ser humano tem de santificar-se. Levítico e Números mostram isso. E nas entrelinhas da leitura de hoje, você também o pode ver. Deve ser por isso que Cristo criticou os fariseus por serem limpos por fora, mas impuros por dentro (Mateus 23:25-28). A recomendação era a de que fossem limpos de dentro para fora.
Peça a Deus para ajudar-lhe a ser completamente limpo, para sempre, e seja feliz!
Valdeci Júnior
Fátima Silva