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Louis Segond (1910) -
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19
|Ester 9:19|
C'est pourquoi les Juifs de la campagne, qui habitent des villes sans murailles, font du quatorzième jour du mois d'Adar un jour de joie, de festin et de fête, où l'on s'envoie des portions les uns aux autres.
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20
|Ester 9:20|
Mardochée écrivit ces choses, et il envoya des lettres à tous les Juifs qui étaient dans toutes les provinces du roi Assuérus, auprès et au loin.
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21
|Ester 9:21|
Il leur prescrivait de célébrer chaque année le quatorzième jour et le quinzième jour du mois d'Adar
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|Ester 9:22|
comme les jours où ils avaient obtenu du repos en se délivrant de leurs ennemis, de célébrer le mois où leur tristesse avait été changée en joie et leur désolation en jour de fête, et de faire de ces jours des jours de festin et de joie où l'on s'envoie des portions les uns aux autres et où l'on distribue des dons aux indigents.
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23
|Ester 9:23|
Les Juifs s'engagèrent à faire ce qu'ils avaient déjà commencé et ce que Mardochée leur écrivit.
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24
|Ester 9:24|
Car Haman, fils d'Hammedatha, l'Agaguite, ennemi de tous les Juifs, avait formé le projet de les faire périr, et il avait jeté le pur, c'est-à-dire le sort, afin de les tuer et de les détruire;
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|Ester 9:25|
mais Esther s'étant présentée devant le roi, le roi ordonna par écrit de faire retomber sur la tête d'Haman le méchant projet qu'il avait formé contre les Juifs, et de le pendre au bois, lui et ses fils.
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|Ester 9:26|
C'est pourquoi on appela ces jours Purim, du nom de pur. D'après tout le contenu de cette lettre, d'après ce qu'ils avaient eux-mêmes vu et ce qui leur était arrivé,
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|Ester 9:27|
les Juifs prirent pour eux, pour leur postérité, et pour tous ceux qui s'attacheraient à eux, la résolution et l'engagement irrévocables de célébrer chaque année ces deux jours, selon le mode prescrit et au temps fixé.
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|Ester 9:28|
Ces jours devaient être rappelés et célébrés de génération en génération, dans chaque famille, dans chaque province et dans chaque ville; et ces jours de Purim ne devaient jamais être abolis au milieu des Juifs, ni le souvenir s'en effacer parmi leurs descendants.
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Sugestões

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04 de novembro LAB 674
O QUE É PECADO?
João 16-18
“É um pecado!” Foi o que um passageiro de um ônibus coletivo, suspirou, ao contemplar, pela janela, a enorme foto de uma mulher bonita, em um outdoor. Eu não sei o que ele estava realmente querendo dizer. Pensei em algumas suposições, de o que seria o ‘pecado’, na opinião daquele paulistano: a) O ato publicitário de postar uma imagem tentadora; b) A mulher em si; c) Uma possível ação imaginária que tenha rodado em sua mente, decorrente da contemplação que fizera àquela peça. Sobre esta última hipótese, ainda há duas possibilidades da definição do seu conceito de ‘pecado’. Se ele estava imaginando-se com aquela mulher, poderia estar lamentando-se por “cair” naquela tentação, ou, poderia ainda, estar deliciando-se com seus pensamentos de luxúria, julgando-os bons, dando assim, ao pecado, uma conotação positiva. Que pecado!
Mas o que é, realmente, ‘pecado’? Muitos crentes gostam de responder a esta pergunta com 1João 3:4, que diz que “o pecado é a transgressão da Lei”. Sim, a Bíblia diz isto. Mas não diz que é só isto. Logo, pode ser isto e algo mais, concorda? Indo mais a fundo, na outra ponta da corda, chega-se quase à filosofia (mas ainda é teologia) da consciência de que pecado é a situação humana de sua alienação de Deus. Este conceito é muito bem defendido por Frank B. Holbrook em seu livro “O Sacerdócio Expiatório de Jesus Cristo”.
E quando Jesus estava para realizar o seu sacrifício por nós, a fim de quebrar esta alienação que existe entre o homem e Deus (Isaías 59), Ele quis deixar bem claro, sob a faceta mais prática possível, o que vem a ser realmente pecado, numa definição que já esclarecesse também o que não é pecado e ainda como não estar em pecado. Jesus, além de ter uma profundidade de conteúdo incomparável, tinha um poder de síntese fantástico. Vemos tudo isto em apenas um verso, quando Ele disse: “Do pecado, porque os homens não crêem em mim ” (João 16:9). Aqui, encontramos uma das definições bíblicas para “pecado”: deixar de crer em Deus, deixar de ter fé. A descrença desagrada tanto a Deus (Hebreus 4:17), ao ponto de, como conseqüência, causar um impacto quase irreparável no relacionamento entre o Criador e aqueles que Ele tanto ama.
É preciso crer em Deus, porque “tudo que não provém da fé é pecado (Romanos 14:23)”. A dúvida foi o primeiro grande mal, e é a origem de todos os males (leia Gênesis 3). É por isto que a obra do Espírito Santo e a intercessão de Jesus (cf. João 16-18) são tão importantes para nós. Peça-Lhe força para crer!
Valdeci Júnior
Fátima Silva