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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|1 Samuel 30:1|
Dois dias depois, Davi e os seus homens chegaram a Ziclague, a sua cidade. Enquanto ele havia estado fora, os amalequitas tinham invadido o Sul da terra de Judá e atacado Ziclague. Eles queimaram a cidade
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2
|1 Samuel 30:2|
e prenderam todas as mulheres. Não mataram ninguém, mas foram embora e levaram todos como prisioneiros.
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3
|1 Samuel 30:3|
Quando Davi e os seus homens chegaram, viram que a cidade tinha sido queimada e que as suas mulheres, os seus filhos e as suas filhas haviam sido levados embora.
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4
|1 Samuel 30:4|
Então Davi e os seus homens começaram a chorar e choraram até ficarem sem forças.
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5
|1 Samuel 30:5|
As duas mulheres de Davi, Ainoã, de Jezreel, e Abigail, viúva de Nabal, da cidade de Carmelo, também haviam sido levadas.
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6
|1 Samuel 30:6|
Davi ficou então numa situação muito difícil, pois os seus homens estavam tão amargurados por ficarem sem os seus filhos, que falavam até em matá-lo a pedradas. Mas o SENHOR, seu Deus, lhe deu coragem.
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7
|1 Samuel 30:7|
E ele disse ao sacerdote Abiatar, filho de Aimeleque: - Traga aqui o manto sacerdotal para que possamos consultar a Deus. E Abiatar trouxe.
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8
|1 Samuel 30:8|
Então Davi perguntou a Deus, o SENHOR: - Devo ir atrás desses invasores? Conseguirei pegá-los? Deus respondeu: - Vá atrás deles. Você os pegará e libertará os prisioneiros.
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9
|1 Samuel 30:9|
Então Davi e os seus seiscentos homens saíram, e, quando chegaram ao ribeirão de Besor, alguns deles ficaram ali.
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10
|1 Samuel 30:10|
Davi continuou o seu caminho com quatrocentos homens. Os outros duzentos estavam cansados demais para atravessar o ribeirão e por isso ficaram para trás.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva