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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|1 Samuel 5:1|
Depois de tomarem a arca de Deus, os filisteus a levaram de Ebenézer para a cidade de Asdode.
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2
|1 Samuel 5:2|
Eles a colocaram no templo do seu deus Dagom, perto da sua imagem.
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3
|1 Samuel 5:3|
No dia seguinte, de manhã, os moradores de Asdode viram que a imagem de Dagom estava caída de cara no chão, na frente da arca da aliança. Então eles pegaram a imagem e a puseram de volta no seu lugar.
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4
|1 Samuel 5:4|
No dia seguinte, de manhã, viram que ela estava caída de novo na frente da arca. A cabeça e os dois braços da imagem estavam quebrados, caídos na soleira da porta; somente o corpo estava inteiro.
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5
|1 Samuel 5:5|
É por isso que até hoje os sacerdotes de Dagom e todos os que o adoram em Asdode não pisam aquele lugar.
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6
|1 Samuel 5:6|
E o SENHOR Deus castigou duramente o povo de Asdode. Fez com que todo o povo dali e da vizinhança ficasse cheio de tumores.
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7
|1 Samuel 5:7|
Quando eles viram isso, disseram: - O Deus de Israel está castigando a nós e ao nosso deus Dagom. Não podemos mais deixar que a arca do Deus de Israel fique aqui.
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8
|1 Samuel 5:8|
Então mandaram que alguns mensageiros fossem chamar todos os cinco governadores filisteus e lhes perguntaram: - Que vamos fazer com a arca do Deus de Israel? - Levem para a cidade de Gate! - responderam eles. Então os filisteus a levaram para lá.
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9
|1 Samuel 5:9|
Mas, depois que a arca chegou ali, o SENHOR Deus castigou a cidade e pôs medo nos seus moradores. Apareceram tumores em todas as pessoas da cidade, tanto nas mais importantes como nas mais humildes.
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10
|1 Samuel 5:10|
Então enviaram a arca da aliança para a cidade de Ecrom. Quando a arca chegou lá, o povo começou a gritar: - Trouxeram a arca do Deus de Israel para cá; eles querem acabar com a gente!
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva