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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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|Lamentações 2:1|
Quando ficou irado, o Senhor cobriu Jerusalém de escuridão. Ele transformou num monte de ruínas a cidade de Jerusalém, que parecia um céu e que era o orgulho do povo de Israel. No dia da sua ira, Deus abandonou até o seu próprio Templo.
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2
|Lamentações 2:2|
Sem dó nem piedade, o Senhor destruiu todas as cidades de Judá e na sua ira acabou completamente com as suas fortalezas. Ele jogou por terra, humilhados, o reino de Judá e as suas autoridades.
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3
|Lamentações 2:3|
No calor da sua ira, Deus acabou de uma vez com o poder de Israel. Quando os inimigos chegaram, ele não quis nos ajudar e ainda se jogou contra nós como um fogo que destrói tudo ao seu redor.
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4
|Lamentações 2:4|
Como se fosse um inimigo, Deus apontou as suas flechas contra nós e, com a sua força, matou as pessoas mais estimadas do nosso povo. Ele derramou a sua ira, como se fosse fogo, sobre os moradores de Jerusalém.
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5
|Lamentações 2:5|
O Senhor é como um inimigo. Ele destruiu Israel, derrubou as suas fortalezas e arrasou os seus palácios, trazendo com isso tristeza e choro sem fim para o povo de Judá.
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6
|Lamentações 2:6|
Deus arrasou o seu Templo, como se fosse uma horta, e destruiu o lugar onde o adorávamos. Ele nos fez esquecer as festas religiosas e os sábados. No calor da sua ira, ele rejeitou com desprezo os reis e os sacerdotes.
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7
|Lamentações 2:7|
O Senhor desprezou o seu altar, abandonou o seu Templo e deixou que os inimigos derrubassem as suas paredes. Ali eles deram os seus gritos de vitória, como nós fazíamos nos dias de festa.
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8
|Lamentações 2:8|
O SENHOR decidiu arrasar as muralhas de Jerusalém. Ele fez o plano de destruição e, sem descanso, o levou até o fim. Muralhas e paredes racharam e vieram abaixo ao mesmo tempo.
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9
|Lamentações 2:9|
Os portões da cidade estão enterrados no entulho, e as suas trancas foram despedaçadas. O rei e as autoridades estão espalhados pelas nações pagãs. Não se ensina mais a lei, e os profetas não recebem mais visões de Deus, o SENHOR.
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10
|Lamentações 2:10|
Os moradores mais velhos de Jerusalém estão sentados no chão, em silêncio. Em sinal de tristeza, puseram terra na cabeça e vestiram roupa feita de pano grosseiro. As moças estão ajoelhadas, com a cabeça encostada no chão.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva