-
-
Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
-
1
|Lamentações 5:1|
Ó SENHOR Deus, lembra do que nos aconteceu; olha para nós e vê a nossa desgraça.
-
2
|Lamentações 5:2|
A nossa terra está nas mãos de estrangeiros, e em nossas casas mora gente estranha.
-
3
|Lamentações 5:3|
Somos órfãos de pai; as nossas mães ficaram viúvas.
-
4
|Lamentações 5:4|
Temos de comprar a nossa própria água de beber; temos de pagar pela nossa própria lenha.
-
5
|Lamentações 5:5|
Os nossos inimigos nos tratam com dureza; estamos esgotados, porém não nos deixam descansar.
-
6
|Lamentações 5:6|
Para termos o que comer, precisamos de pedir, estendendo as mãos aos egípcios e aos assírios.
-
7
|Lamentações 5:7|
Os nossos antepassados pecaram e não existem mais, e nós sofremos por causa dos seus pecados.
-
8
|Lamentações 5:8|
Somos governados por escravos, e não há ninguém que nos livre das suas mãos.
-
9
|Lamentações 5:9|
Corremos perigo para conseguir alimento, pois os bandidos do deserto nos atacam sem dó.
-
10
|Lamentações 5:10|
A fome nos faz queimar de febre, de modo que a nossa pele fica quente como um forno.
-
-
Sugestões

Clique para ler Jó 20-21
08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva