-
Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
-
Nova Versão Internacional -
-
1
|Jó 32:1|
Então esses três homens pararam de responder a Jó, pois este se julgava justo.
-
2
|Jó 32:2|
Mas Eliú, filho de Baraquel, de Buz, da famÃlia de Rão, indignou-se muito contra Jó, porque este se justificava diante de Deus.
-
3
|Jó 32:3|
Também se indignou contra os três amigos, pois não encontraram meios de refutar Jó, e mesmo assim o tinham condenado. [62]
-
4
|Jó 32:4|
Eliú tinha ficado esperando para falar a Jó porque eles eram mais velhos que ele.
-
5
|Jó 32:5|
Mas, quando viu que os três não tinham mais nada a dizer, indignou-se.
-
6
|Jó 32:6|
Então Eliú, filho de Baraquel, de Buz, falou: “Eu sou jovem, vocês têm idade. Por isso tive receio e não ousei dizer a vocês o que sei.
-
7
|Jó 32:7|
Os que têm idade é que devem falar, pensava eu, os anos avançados é que devem ensinar sabedoria.
-
8
|Jó 32:8|
Mas é o espÃrito [63] dentro do homem que lhe dá entendimento; o sopro do Todo-poderoso.
-
9
|Jó 32:9|
Não são só os mais velhos [64], os sábios, não são só os de idade que entendem o que é certo.
-
10
|Jó 32:10|
“Por isso digo: Escutem-me; também vou dizer o que sei.
-
-
Sugestões

Clique para ler Jeremias 42-44
23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva