-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Peshitta (NT) -
-
11
|1 Coríntios 14:11|
ܘܐܢ ܠܐ ܝܕܥ ܐܢܐ ܚܝܠܗ ܕܩܠܐ ܗܘܐ ܐܢܐ ܠܝ ܒܪܒܪܝܐ ܠܗܘ ܕܡܡܠܠ ܘܐܦ ܗܘ ܕܡܡܠܠ ܗܘܐ ܠܗ ܠܝ ܒܪܒܪܝܐ ܀
-
12
|1 Coríntios 14:12|
ܗܟܢܐ ܐܦ ܐܢܬܘܢ ܡܛܠ ܕܛܢܢܐ ܐܢܬܘܢ ܕܡܘܗܒܬܐ ܕܪܘܚܐ ܠܒܢܝܢܐ ܕܥܕܬܐ ܒܥܘ ܕܬܬܝܬܪܘܢ ܀
-
13
|1 Coríntios 14:13|
ܘܗܘ ܕܡܡܠܠ ܒܠܫܢܐ ܢܨܠܐ ܕܢܦܫܩ ܀
-
14
|1 Coríntios 14:14|
ܐܢ ܗܘ ܓܝܪ ܕܗܘܝܬ ܡܨܠܐ ܒܠܫܢܐ ܪܘܚܝ ܗܘ ܡܨܠܝܐ ܡܕܥܝ ܕܝܢ ܕܠܐ ܦܐܪܝܢ ܗܘ ܀
-
15
|1 Coríntios 14:15|
ܡܢܐ ܗܟܝܠ ܐܥܒܕ ܐܨܠܐ ܒܪܘܚܝ ܘܐܨܠܐ ܐܦ ܒܡܕܥܝ ܘܐܙܡܪ ܒܪܘܚܝ ܘܐܙܡܪ ܐܦ ܒܡܕܥܝ ܀
-
16
|1 Coríntios 14:16|
ܘܐܢ ܠܐ ܐܢ ܡܒܪܟ ܐܢܬ ܒܪܘܚ ܗܘ ܕܡܡܠܐ ܕܘܟܬܗ ܕܗܕܝܘܛܐ ܐܝܟܢܐ ܢܐܡܪ ܐܡܝܢ ܥܠ ܬܘܕܝܬܟ ܕܝܠܟ ܡܛܠ ܕܡܢܐ ܐܡܪ ܐܢܬ ܠܐ ܝܕܥ ܀
-
17
|1 Coríntios 14:17|
ܐܢܬ ܓܝܪ ܫܦܝܪ ܡܒܪܟ ܐܢܬ ܐܠܐ ܚܒܪܟ ܠܐ ܡܬܒܢܐ ܀
-
18
|1 Coríntios 14:18|
ܡܘܕܐ ܐܢܐ ܠܐܠܗܐ ܕܝܬܝܪ ܡܢ ܟܠܟܘܢ ܡܡܠܠ ܐܢܐ ܒܠܫܢܐ ܀
-
19
|1 Coríntios 14:19|
ܐܠܐ ܒܥܕܬܐ ܨܒܐ ܐܢܐ ܕܚܡܫ ܡܠܝܢ ܒܡܕܥܝ ܐܡܠܠ ܕܐܦ ܐܚܪܢܐ ܐܠܦ ܝܬܝܪ ܡܢ ܪܒܘ ܡܠܝܢ ܒܠܫܢܐ ܀
-
20
|1 Coríntios 14:20|
ܐܚܝ ܠܐ ܗܘܝܬܘܢ ܛܠܝܢ ܒܪܥܝܢܝܟܘܢ ܐܠܐ ܠܒܝܫܬܐ ܗܘܘ ܝܠܘܕܐ ܘܒܪܥܝܢܝܟܘܢ ܗܘܘ ܓܡܝܪܝܢ ܀
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva