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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|1 Coríntios 8:1|
ܥܠ ܕܒܚܐ ܕܝܢ ܕܦܬܟܪܐ ܝܕܥܝܢܢ ܕܒܟܠܢ ܐܝܬ ܝܕܥܬܐ ܘܝܕܥܬܐ ܡܚܬܪܐ ܚܘܒܐ ܕܝܢ ܒܢܐ ܀
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2
|1 Coríntios 8:2|
ܐܢ ܐܢܫ ܕܝܢ ܤܒܪ ܕܝܕܥ ܡܕܡ ܠܐ ܥܕܟܝܠ ܡܕܡ ܝܕܥ ܐܝܟ ܡܐ ܕܘܠܐ ܠܗ ܠܡܕܥ ܀
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3
|1 Coríntios 8:3|
ܐܢ ܐܢܫ ܕܝܢ ܡܚܒ ܠܐܠܗܐ ܗܢܐ ܐܬܝܕܥ ܡܢܗ ܀
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4
|1 Coríntios 8:4|
ܥܠ ܡܐܟܘܠܬܐ ܗܟܝܠ ܕܕܒܚܐ ܕܦܬܟܪܐ ܝܕܥܝܢܢ ܕܠܐ ܗܘܐ ܡܕܡ ܗܘ ܦܬܟܪܐ ܒܥܠܡܐ ܘܕܠܝܬ ܐܠܗ ܐܚܪܝܢ ܐܠܐ ܐܢ ܚܕ ܀
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5
|1 Coríntios 8:5|
ܐܦܢ ܓܝܪ ܐܝܬ ܕܡܬܩܪܝܢ ܐܠܗܐ ܐܘ ܒܫܡܝܐ ܐܘ ܒܐܪܥܐ ܐܝܟܢܐ ܕܐܝܬ ܐܠܗܐ ܤܓܝܐܐ ܘܡܪܘܬܐ ܤܓܝܐܐ ܀
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6
|1 Coríntios 8:6|
ܐܠܐ ܠܢ ܕܝܠܢ ܚܕ ܗܘ ܐܠܗܐ ܐܒܐ ܕܟܠ ܡܢܗ ܘܚܢܢ ܒܗ ܘܚܕ ܡܪܝܐ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܕܟܠ ܒܐܝܕܗ ܘܐܦ ܚܢܢ ܒܐܝܕܗ ܀
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7
|1 Coríntios 8:7|
ܐܠܐ ܠܐ ܗܘܐ ܒܟܠܢܫ ܝܕܥܬܐ ܐܝܬ ܓܝܪ ܐܢܫܐ ܕܒܬܐܪܬܗܘܢ ܥܕܡܐ ܠܗܫܐ ܕܥܠ ܦܬܟܪܐ ܐܝܟ ܕܕܒܝܚܐ ܐܟܠܝܢ ܘܡܛܠ ܕܟܪܝܗܐ ܬܐܪܬܗܘܢ ܡܬܛܘܫܐ ܀
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8
|1 Coríntios 8:8|
ܡܐܟܘܠܬܐ ܕܝܢ ܠܐ ܡܩܪܒܐ ܠܢ ܠܐܠܗܐ ܠܐ ܓܝܪ ܐܢ ܐܟܠܝܢܢ ܡܬܝܬܪܝܢܢ ܘܠܐ ܐܢ ܠܐ ܢܐܟܘܠ ܡܬܒܨܪܝܢܢ ܀
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9
|1 Coríntios 8:9|
ܚܙܘ ܕܝܢ ܕܠܡܐ ܫܘܠܛܢܟܘܢ ܗܢܐ ܢܗܘܐ ܬܘܩܠܬܐ ܠܟܪܝܗܐ ܀
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10
|1 Coríntios 8:10|
ܐܢ ܐܢܫ ܓܝܪ ܢܚܙܝܟ ܠܟ ܕܐܝܬ ܒܟ ܝܕܥܬܐ ܕܤܡܝܟ ܐܢܬ ܒܝܬ ܦܬܟܪܐ ܠܐ ܗܐ ܬܐܪܬܗ ܡܛܠ ܕܟܪܝܗ ܗܘ ܡܫܬܪܪܐ ܠܡܐܟܠ ܕܕܒܝܚܐ ܀
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva