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Peshitta (NT) -
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21
|1 João 2:21|
ܠܐ ܟܬܒܬ ܠܟܘܢ ܕܠܐ ܝܕܥܝܢ ܐܢܬܘܢ ܠܗ ܠܫܪܪܐ ܐܠܐ ܕܝܕܥܝܢ ܐܢܬܘܢ ܠܗ ܘܕܟܠܗ ܕܓܠܘܬܐ ܠܐ ܗܘܬ ܡܢܗ ܡܢ ܫܪܪܐ ܀
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22
|1 João 2:22|
ܡܢܘ ܕܓܠܐ ܐܠܐ ܐܢ ܐܝܢܐ ܕܟܦܪ ܕܝܫܘܥ ܠܐ ܗܘܐ ܡܫܝܚܐ ܗܢܐ ܗܘ ܡܫܝܚܐ ܕܓܠܐ ܗܘ ܕܟܦܪ ܒܐܒܐ ܟܦܪ ܐܦ ܒܒܪܐ ܀
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23
|1 João 2:23|
ܘܗܘ ܕܟܦܪ ܒܒܪܐ ܐܦܠܐ ܒܐܒܐ ܡܗܝܡܢ ܡܢ ܕܡܘܕܐ ܒܒܪܐ ܐܦ ܒܐܒܐ ܡܘܕܐ ܀
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24
|1 João 2:24|
ܘܐܢܬܘܢ ܡܕܡ ܕܫܡܥܬܘܢ ܡܢ ܩܕܝܡ ܢܩܘܐ ܠܘܬܟܘܢ ܐܢ ܓܝܪ ܡܩܘܐ ܠܘܬܟܘܢ ܡܕܡ ܕܫܡܥܬܘܢ ܡܢ ܩܕܝܡ ܐܦ ܐܢܬܘܢ ܡܩܘܝܢ ܐܢܬܘܢ ܒܐܒܐ ܘܒܒܪܐ ܀
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25
|1 João 2:25|
ܘܗܢܘ ܫܘܘܕܝܐ ܕܐܫܬܘܕܝ ܠܢ ܚܝܐ ܕܠܥܠܡ ܀
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26
|1 João 2:26|
ܗܠܝܢ ܕܝܢ ܟܬܒܬ ܠܟܘܢ ܡܛܠ ܐܝܠܝܢ ܕܡܛܥܝܢ ܠܟܘܢ ܀
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27
|1 João 2:27|
ܘܐܦ ܐܢܬܘܢ ܐܢ ܬܩܘܐ ܠܘܬܟܘܢ ܡܫܝܚܘܬܐ ܕܩܒܠܬܘܢ ܡܢܗ ܠܐ ܤܢܝܩܝܢ ܐܢܬܘܢ ܕܐܢܫ ܢܠܦܟܘܢ ܐܠܐ ܐܝܟ ܡܫܝܚܘܬܐ ܕܐܝܬܝܗ ܡܢ ܐܠܗܐ ܗܝ ܡܠܦܐ ܠܟܘܢ ܥܠ ܟܠܡܕܡ ܘܫܪܝܪܐ ܗܝ ܘܠܝܬ ܒܗ ܕܓܠܘܬܐ ܘܐܝܟ ܕܐܠܦܟܘܢ ܩܘܘ ܒܗ ܀
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28
|1 João 2:28|
ܘܗܫܐ ܒܢܝ ܩܘܘ ܒܗ ܕܡܐ ܕܡܬܓܠܐ ܠܐ ܢܒܗܬ ܡܢܗ ܐܠܐ ܬܗܘܐ ܠܢ ܓܠܝܘܬ ܐܦܐ ܒܡܐܬܝܬܗ ܀
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29
|1 João 2:29|
ܐܢ ܝܕܥܬܘܢ ܕܙܕܝܩ ܗܘ ܕܥܘ ܕܐܦ ܟܠ ܕܥܒܕ ܙܕܝܩܘܬܐ ܡܢܗ ܐܝܬܘܗܝ ܀
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva