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Peshitta (NT) -
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11
|1 João 3:11|
ܕܗܢܘ ܦܘܩܕܢܐ ܕܫܡܥܬܘܢ ܡܢ ܩܕܝܡ ܕܬܚܒܘܢ ܚܕ ܠܚܕ ܀
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12
|1 João 3:12|
ܠܘ ܐܝܟ ܩܐܝܢ ܗܘ ܕܐܝܬܘܗܝ ܗܘܐ ܡܢ ܒܝܫܐ ܘܩܛܠ ܠܐܚܘܗܝ ܘܡܛܠ ܡܢܐ ܩܛܠܗ ܐܠܐ ܡܛܠ ܕܒܝܫܝܢ ܗܘܘ ܥܒܕܘܗܝ ܘܕܐܚܘܗܝ ܙܕܝܩܝܢ ܀
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13
|1 João 3:13|
ܘܠܐ ܬܬܕܡܪܘܢ ܐܚܝ ܐܢ ܤܢܐ ܠܟܘܢ ܥܠܡܐ ܀
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14
|1 João 3:14|
ܚܢܢ ܝܕܥܝܢܢ ܕܫܢܝܢܢ ܡܢ ܡܘܬܐ ܠܚܝܐ ܒܗܕܐ ܕܡܚܒܝܢܢ ܠܐܚܝܢ ܗܘ ܕܠܐ ܡܚܒ ܠܐܚܘܗܝ ܡܩܘܐ ܒܡܘܬܐ ܀
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15
|1 João 3:15|
ܟܠ ܓܝܪ ܕܤܢܐ ܠܐܚܘܗܝ ܩܛܠ ܐܢܫܐ ܗܘ ܘܝܕܥܝܢ ܐܢܬܘܢ ܕܟܠ ܕܩܛܠ ܐܢܫܐ ܠܐ ܡܫܟܚܝܢ ܡܩܘܝܢ ܒܗ ܚܝܐ ܕܠܥܠܡ ܀
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16
|1 João 3:16|
ܒܗܕܐ ܝܕܥܝܢܢ ܚܘܒܗ ܕܠܘܬܢ ܕܗܘ ܝܗܒ ܢܦܫܗ ܚܠܦܝܢ ܘܐܦ ܚܢܢ ܙܕܩ ܠܢ ܕܥܠ ܐܦܝ ܐܚܝܢ ܢܬܠ ܢܦܫܬܢ ܀
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17
|1 João 3:17|
ܘܐܝܢܐ ܕܐܝܬ ܠܗ ܩܢܝܢܐ ܕܥܠܡܐ ܘܢܚܙܐ ܠܐܚܘܗܝ ܕܤܢܝܩ ܘܢܐܚܘܕ ܪܚܡܘܗܝ ܡܢܗ ܐܝܟܢܐ ܐܝܬ ܒܗ ܚܘܒܗ ܕܐܠܗܐ ܀
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18
|1 João 3:18|
ܒܢܝ ܠܐ ܢܚܒ ܚܕ ܠܚܕ ܒܡܠܐ ܘܒܠܫܢܐ ܐܠܐ ܒܥܒܕܐ ܘܒܫܪܪܐ ܀
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19
|1 João 3:19|
ܘܒܗܕܐ ܡܫܬܘܕܥܝܢܢ ܕܡܢ ܫܪܪܐ ܐܝܬܝܢ ܘܩܕܡ ܕܢܐܬܐ ܗܘ ܡܦܝܤܝܢܢ ܠܒܢ ܀
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20
|1 João 3:20|
ܕܐܢ ܗܘ ܠܒܢ ܒܤܪ ܠܢ ܟܡܐ ܐܠܗܐ ܕܪܒ ܡܢ ܠܒܢ ܘܝܕܥ ܟܠܡܕܡ ܀
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva