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Peshitta (NT) -
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1
|2 João 1:1|
ܩܫܝܫܐ ܠܓܒܝܬܐ ܩܘܪܝܐ ܘܠܒܢܝܗ ܐܝܠܝܢ ܕܐܢܐ ܡܚܒ ܐܢܐ ܒܫܪܪܐ ܠܐ ܗܘܐ ܕܝܢ ܐܢܐ ܒܠܚܘܕܝ ܐܠܐ ܟܠܗܘܢ ܐܝܠܝܢ ܕܝܕܥܘܗܝ ܠܫܪܪܐ ܀
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2
|2 João 1:2|
ܡܛܠ ܫܪܪܐ ܐܝܢܐ ܕܡܩܘܐ ܒܢ ܘܥܡܢ ܐܝܬܘܗܝ ܠܥܠܡ ܀
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3
|2 João 1:3|
ܬܗܘܐ ܥܡܢ ܛܝܒܘܬܐ ܘܪܚܡܐ ܘܫܠܡܐ ܡܢ ܐܠܗܐ ܐܒܐ ܘܡܢ ܡܪܢ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܒܪܗ ܕܐܒܐ ܒܫܪܪܐ ܘܒܚܘܒܐ ܀
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4
|2 João 1:4|
ܚܕܝܬ ܤܓܝ ܕܐܫܟܚܬ ܡܢ ܒܢܝܟܝ ܕܡܗܠܟܝܢ ܒܫܪܪܐ ܐܝܟܢܐ ܕܦܘܩܕܢܐ ܢܤܒܢܢ ܡܢ ܐܒܐ ܀
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5
|2 João 1:5|
ܘܗܫܐ ܡܦܝܤ ܐܢܐ ܠܟܝ ܩܘܪܝܐ ܠܐ ܗܘܐ ܐܝܟ ܦܘܩܕܢܐ ܚܕܬܐ ܟܬܒ ܐܢܐ ܠܟܝ ܐܠܐ ܗܘ ܕܐܝܬ ܗܘܐ ܠܢ ܡܢ ܫܘܪܝܐ ܕܢܚܒ ܚܕ ܠܚܕ ܀
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6
|2 João 1:6|
ܘܗܢܐ ܐܝܬܘܗܝ ܚܘܒܐ ܕܢܗܠܟ ܐܝܟ ܦܘܩܕܢܘܗܝ ܗܢܐ ܦܘܩܕܢܐ ܐܝܬܘܗܝ ܐܝܟ ܡܐ ܕܫܡܥܬܘܢ ܡܢ ܫܘܪܝܐ ܕܒܗ ܗܘܝܬܘܢ ܡܗܠܟܝܢ ܀
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7
|2 João 1:7|
ܡܛܠ ܕܤܓܝܐܐ ܡܛܥܝܢܐ ܢܦܩܘ ܒܗ ܒܥܠܡܐ ܐܝܠܝܢ ܕܠܐ ܡܘܕܝܢ ܕܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܐܬܐ ܒܒܤܪ ܗܢܐ ܐܝܬܘܗܝ ܡܛܥܝܢܐ ܘܐܢܛܝܟܪܝܤܛܘܤ ܀
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8
|2 João 1:8|
ܐܙܕܗܪܘ ܒܢܦܫܟܘܢ ܕܠܐ ܬܘܒܕܘܢ ܡܕܡ ܕܦܠܚܬܘܢ ܐܠܐ ܐܓܪܐ ܡܫܠܡܢܐ ܬܬܦܪܥܘܢ ܀
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9
|2 João 1:9|
ܟܠ ܐܝܢܐ ܕܥܒܪ ܘܠܐ ܡܩܘܐ ܒܝܘܠܦܢܗ ܕܡܫܝܚܐ ܐܠܗܐ ܠܝܬ ܒܗ ܗܘ ܕܡܩܘܐ ܒܝܘܠܦܢܗ ܗܢܐ ܘܠܐܒܐ ܘܠܒܪܐ ܐܝܬ ܠܗ ܀
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10
|2 João 1:10|
ܐܢ ܐܢܫ ܐܬܐ ܠܘܬܟܘܢ ܘܗܢܐ ܝܘܠܦܢܐ ܠܐ ܡܝܬܐ ܠܐ ܬܩܒܠܘܢܝܗܝ ܒܒܝܬܐ ܘܚܕܝ ܠܟ ܠܐ ܬܐܡܪܘܢ ܠܗ ܀
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva