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Peshitta (NT) -
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11
|2 Timóteo 2:11|
ܡܗܝܡܢܐ ܗܝ ܡܠܬܐ ܐܢ ܓܝܪ ܡܝܬܢ ܥܡܗ ܐܦ ܥܡܗ ܢܚܐ ܀
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12
|2 Timóteo 2:12|
ܘܐܢ ܢܤܝܒܪ ܐܦ ܢܡܠܟ ܥܡܗ ܐܢ ܕܝܢ ܢܟܦܘܪ ܒܗ ܐܦ ܗܘ ܢܟܦܘܪ ܒܢ ܀
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13
|2 Timóteo 2:13|
ܘܐܢ ܠܐ ܢܗܝܡܢ ܒܗ ܗܘ ܒܗܝܡܢܘܬܗ ܡܩܘܐ ܕܢܟܦܘܪ ܓܝܪ ܒܢܦܫܗ ܠܐ ܡܫܟܚ ܀
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14
|2 Timóteo 2:14|
ܗܠܝܢ ܗܘܝܬ ܡܥܗܕ ܠܗܘܢ ܘܡܤܗܕ ܩܕܡ ܡܪܢ ܕܠܐ ܢܗܘܘܢ ܡܬܚܪܝܢ ܒܡܠܐ ܕܠܐ ܝܘܬܪܢ ܠܤܘܚܦܐ ܕܐܝܠܝܢ ܕܫܡܥܝܢ ܠܗܝܢ ܀
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15
|2 Timóteo 2:15|
ܘܢܬܒܛܠ ܠܟ ܕܬܩܝܡ ܢܦܫܟ ܓܡܝܪܐܝܬ ܩܕܡ ܐܠܗܐ ܦܠܚܐ ܕܠܐ ܒܗܬܬܐ ܕܡܟܪܙ ܬܪܝܨܐܝܬ ܡܠܬܐ ܕܫܪܪܐ ܀
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16
|2 Timóteo 2:16|
ܘܡܢ ܡܠܐ ܤܪܝܩܬܐ ܕܠܝܬ ܒܗܝܢ ܚܫܚܘ ܐܫܬܐܠ ܝܬܝܪܐܝܬ ܓܝܪ ܢܘܤܦܘܢ ܥܠ ܪܘܫܥܗܘܢ ܗܢܘܢ ܕܥܢܝܢ ܒܗܝܢ ܀
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17
|2 Timóteo 2:17|
ܘܡܠܬܗܘܢ ܐܝܟ ܚܠܕܝܬܐ ܢܘܡܐ ܬܐܚܘܕ ܒܤܓܝܐܐ ܐܝܬܘܗܝ ܕܝܢ ܚܕ ܡܢܗܘܢ ܗܘܡܢܐܘܤ ܘܐܚܪܢܐ ܦܝܠܛܘܤ ܀
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18
|2 Timóteo 2:18|
ܗܠܝܢ ܕܛܥܘ ܡܢ ܫܪܪܐ ܟܕ ܐܡܪܝܢ ܕܩܝܡܬܐ ܕܡܝܬܐ ܗܘܬ ܠܗ ܘܗܝܡܢܘܬܐ ܕܐܢܫ ܐܢܫ ܡܗܦܟܝܢ ܀
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19
|2 Timóteo 2:19|
ܫܬܐܤܬܐ ܕܝܢ ܫܪܝܪܬܐ ܕܐܠܗܐ ܩܝܡܐ ܗܝ ܘܐܝܬ ܠܗ ܚܬܡܐ ܗܢܐ ܘܝܕܥ ܡܪܝܐ ܠܐܝܠܝܢ ܕܕܝܠܗ ܐܢܘܢ ܘܢܦܪܘܩ ܡܢ ܥܘܠܐ ܟܠ ܕܩܪܐ ܠܫܡܗ ܕܡܪܝܐ ܀
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20
|2 Timóteo 2:20|
ܒܒܝܬܐ ܕܝܢ ܪܒܐ ܠܐ ܗܘܐ ܡܐܢܐ ܕܕܗܒܐ ܒܠܚܘܕ ܐܘ ܕܤܐܡܐ ܐܝܬ ܒܗ ܐܠܐ ܐܦ ܕܩܝܤܐ ܐܦ ܕܦܚܪܐ ܡܢܗܘܢ ܠܐܝܩܪܐ ܘܡܢܗܘܢ ܠܨܥܪܐ ܀
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Sugestões

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13 de janeiro LAB 379
TODO SONHO VEM DE DEUS?
Gênesis 40-42
Alberto Ronald Timm, Ph.D, em seu artigo na Revista “Sinais dos Tempos” de julho de 1999, nos explica que determinar a natureza específica de cada sonho de uma pessoa é um assunto muito complexo e subjetivo. Além dos “sonhos mentirosos” e não autênticos (Jeremias 23:32; 29:8 e 9), existem dois grandes grupos de sonhos reais. O primeiro e mais comum deles é o formado pelos sonhos naturais, que fazem parte do processo normal de descanso durante o sono e cujo conteúdo pode apresentar-se de forma organizada ou desorganizada. Uma vez que “das muitas ocupações brotam sonhos” (Eclesiastes 5:3), é provável que pessoas envolvidas em assuntos religiosos acabem sonhando com eles, sem que tais sonhos sejam de origem sobrenatural.
Já o segundo grupo básico de sonhos é formado pelos sonhos sobrenaturais, que podem ser de origem divina ou satânica. Os sonhos de origem divina têm, normalmente, um propósito salvífico bem definido e podem ser concedidos tanto aos profetas verdadeiros (Números 12:6) quanto a pessoas comuns (Joel 2:28; Gênesis 451; Daniel 2). Os de origem satânica são quase sempre fascinantes e podem conter meias-verdades para confundir. Suas predições podem até se cumprir, mas eles tendem a afastar a pessoa de Deus e de Sua vontade (Jeremias 29:8; Mateus 24:24; 1Pedro 5:8).
Tanto os sonhos naturais como os sobrenaturais podem ter um conteúdo religioso. O simples fato de Deus conceder um sonho sobrenatural a alguém não transforma essa pessoa automaticamente num profeta (Gênesis 41; Daniel 2). O chamado para o ministério profético é algo diferente e bem mais abrangente. A atitude de atribuir a Deus a origem de todos os sonhos de cunho religioso e de buscar sempre um significado especial para o seu conteúdo é perigosa.
Somos advertidos por Deus de que os sonhos devem permanecer subordinados às Escrituras. “O profeta que tem um sonho, conte o sonho, e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra com fidelidade. Pois o que tem a palha a ver com o trigo?, pergunta o SENHOR. À lei e aos mandamentos! Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Jeremias 23:28; Isaías 8:20; Mateus 7:21-23; Gálatas 1:8-9, 1João 2:4; 4:1).
Sonhos jamais são usados por Deus como um fim em si mesmos, mas apenas como um meio de nos aproximar mais dEle e de Sua Palavra (ver João 20:29). Nossa fé não deve ser dependente de tais meios, possíveis de serem usados também por Satanás. Se você tiver um sonho que julga ser divino, mas não tem certeza, antes de ter completo esclarecimento, tente apenas extrair dele uma lição positiva para a vida.
Valdeci Júnior
Fátima Silva