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Peshitta (NT) -
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1
|Filemom 1:1|
ܦܘܠܘܤ ܐܤܝܪܗ ܕܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܘܛܝܡܬܐܘܤ ܐܚܐ ܠܦܝܠܡܘܢ ܚܒܝܒܐ ܘܦܠܚܐ ܕܥܡܢ ܀
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2
|Filemom 1:2|
ܘܠܐܦܝܐ ܚܒܝܒܬܢ ܘܠܐܪܟܝܦܘܤ ܦܠܚܐ ܕܥܡܢ ܘܠܥܕܬܐ ܕܒܒܝܬܟ ܀
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3
|Filemom 1:3|
ܛܝܒܘܬܐ ܥܡܟܘܢ ܘܫܠܡܐ ܡܢ ܐܠܗܐ ܐܒܘܢ ܘܡܢ ܡܪܢ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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4
|Filemom 1:4|
ܡܘܕܐ ܐܢܐ ܠܐܠܗܝ ܒܟܠܙܒܢ ܘܡܬܕܟܪ ܐܢܐ ܠܟ ܒܨܠܘܬܝ ܀
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5
|Filemom 1:5|
ܗܐ ܡܢ ܕܫܡܥܬ ܗܝܡܢܘܬܟ ܘܚܘܒܐ ܕܐܝܬ ܠܟ ܠܘܬ ܡܪܢ ܝܫܘܥ ܘܠܘܬ ܟܠܗܘܢ ܩܕܝܫܐ ܀
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6
|Filemom 1:6|
ܕܬܗܘܐ ܫܘܬܦܘܬܐ ܕܗܝܡܢܘܬܟ ܝܗܒܐ ܦܐܪܐ ܒܥܒܕܐ ܘܒܝܕܥܬܐ ܕܟܠ ܛܒܢ ܕܐܝܬ ܠܟܘܢ ܒܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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7
|Filemom 1:7|
ܚܕܘܬܐ ܓܝܪ ܤܓܝܐܬܐ ܐܝܬ ܠܢ ܘܒܘܝܐܐ ܕܒܝܕ ܚܘܒܟ ܐܬܬܢܝܚܘ ܪܚܡܐ ܕܩܕܝܫܐ ܀
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8
|Filemom 1:8|
ܡܛܠ ܗܕܐ ܦܪܗܤܝܐ ܤܓܝܐܬܐ ܐܝܬ ܠܝ ܒܡܫܝܚܐ ܕܐܦܩܘܕ ܠܟ ܐܝܠܝܢ ܕܙܕܩܢ ܀
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9
|Filemom 1:9|
ܡܛܠ ܚܘܒܐ ܕܝܢ ܡܒܥܐ ܗܘ ܒܥܐ ܐܢܐ ܡܢܟ ܐܢܐ ܦܘܠܘܤ ܕܐܝܬܝ ܤܒܐ ܐܝܟ ܕܝܕܥ ܐܢܬ ܗܫܐ ܕܝܢ ܐܦ ܐܤܝܪܐ ܕܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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10
|Filemom 1:10|
ܘܒܥܐ ܐܢܐ ܡܢܟ ܥܠ ܒܪܝ ܐܝܢܐ ܕܝܠܕܬ ܒܐܤܘܪܝ ܐܢܤܝܡܘܤ ܀
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Sugestões

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17 de março LAB 442
QUE TAL PARABOLIZAR?
Juízes 09-10
Para mim, é um prazer muito grande comentar sobre as preciosidades da Palavra de Deus. Mas aqui existe algo curioso. Esse meio que usamos para nos encontrar, nosso comentário, é um meio muito interessante pelo fato de que por só existir as palavras, mas por não podermos nos ver, ou por não podermos ver nada sobre o que estamos falando, acabamos usando nossa imaginação para criar na mente um cenário sobre as coisas que estamos falando. Por exemplo: se eu quiser falar para você sobre um elefante cor-de-rosa. Não tenho como mostrá-lo nem de verdade nem por ilustração gráfica. Mas, sem perceber, você já o visualizou, na sua mente, embora nunca tenha visto um deles. Sim ou não? E elefante cor-de-rosa existe? Você sabe que não. Mas isso é para percebermos como nossa mente é fértil.
Esse fato nos explica porque encontramos tantas parábolas na Bíblia. E, ao falar em parábolas, logo nos lembramos dos ensinos de Cristo, pois esse era um dos Seus métodos de ensino. Mas podemos encontrar parábolas no Velho Testamento também. Na leitura de hoje, há uma parábola, contada por Jotão.
E o que é uma parábola? É uma estória inventada para levar a imaginação das pessoas a compreender alguma lição que queremos ensinar e que faz a pessoa pensar em coisas mais concretas. É mais proveitoso para o ensino do que se ficássemos limitados ao campo abstrato das ideias.
E não há problema em usar tanto estórias fictícias como fatos verídicos para ilustrar algo que precisa ser esclarecido. O que não podemos, para efeito de uma ilustração ou qualquer outro motivo, é contar algo inventado ou repetir algo que ouvimos (sem saber ser uma história ou estória) dando a entender que seja um fato verídico. Se você vai usar uma parábola como ilustração, deve deixar bem entendido que aquilo não é um fato real.
Existem ilustrações de todo tipo. Tem umas que “viajam na maionese”. Mas essas são as que causam maior impacto para a mensagem que está sendo transmitida. Veja, por exemplo, a conferência pública dos vegetais na nossa leitura. Parece até um DVD que nosso bebê tem, onde os vegetais batem o maior papo. É curioso ver como as crianças aprendem assim.
Deus é muito didático. Quero apelar para que você não perca a oportunidade de fazer essa leitura, porque irá aprender. Ela influenciará sua vida, pois, acima de qualquer ilustração verbal ou escrita, a exortação é para que você seja uma ilustração viva para as pessoas no trato, na caridade, na fé, na pureza, nas boas ações e no seu palavreado.
Faça disso sua prioridade hoje e sempre!
Valdeci Júnior
Fátima Silva