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Peshitta (NT) -
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|Filipenses 4:1|
ܡܟܝܠ ܐܚܝ ܚܒܝܒܐ ܘܪܚܝܡܐ ܘܚܕܘܬܝ ܘܟܠܝܠܝ ܗܟܢܐ ܩܘܡܘ ܒܡܪܢ ܚܒܝܒܝ ܀
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2
|Filipenses 4:2|
ܡܢ ܐܘܗܕܝܐ ܒܥܐ ܐܢܐ ܘܡܢ ܤܘܢܛܝܟܐ ܕܚܕ ܪܥܝܢܐ ܢܗܘܐ ܠܗܝܢ ܒܡܪܢ ܀
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3
|Filipenses 4:3|
ܐܦ ܡܢܟ ܒܥܐ ܐܢܐ ܒܪ ܙܘܓܝ ܫܪܝܪܐ ܕܬܗܘܐ ܡܥܕܪ ܠܗܝܢ ܕܗܢܝܢ ܠܐܝ ܥܡܝ ܒܐܘܢܓܠܝܘܢ ܥܡ ܩܠܡܝܤ ܘܥܡ ܫܪܟܐ ܕܡܥܕܪܢܝ ܗܢܘܢ ܕܫܡܗܝܗܘܢ ܟܬܝܒܝܢ ܒܟܬܒܐ ܕܚܝܐ ܀
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4
|Filipenses 4:4|
ܚܕܘ ܒܡܪܢ ܒܟܠܙܒܢ ܘܬܘܒ ܐܡܪ ܐܢܐ ܚܕܘ ܀
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5
|Filipenses 4:5|
ܘܡܟܝܟܘܬܟܘܢ ܬܬܝܕܥ ܠܘܬ ܟܠܢܫ ܡܪܢ ܩܪܝܒ ܗܘ ܀
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6
|Filipenses 4:6|
ܕܡܕܡ ܠܐ ܬܐܨܦܘܢ ܐܠܐ ܒܟܠܙܒܢ ܒܨܠܘܬܐ ܘܒܒܥܘܬܐ ܘܒܬܘܕܝܬܐ ܫܐܠܬܟܘܢ ܢܬܝܕܥܢ ܩܕܡ ܐܠܗܐ ܀
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7
|Filipenses 4:7|
ܘܫܠܡܗ ܕܐܠܗܐ ܗܘ ܕܪܒ ܡܢ ܟܠ ܡܕܥ ܢܢܛܪ ܠܒܘܬܟܘܢ ܘܡܕܥܝܟܘܢ ܒܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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8
|Filipenses 4:8|
ܡܟܝܠ ܐܚܝ ܐܝܠܝܢ ܕܫܪܝܪܢ ܘܐܝܠܝܢ ܕܢܟܦܢ ܘܐܝܠܝܢ ܕܟܐܢܢ ܘܐܝܠܝܢ ܕܕܟܝܢ ܘܐܝܠܝܢ ܕܪܚܝܡܢ ܘܐܝܠܝܢ ܕܫܒܝܚܢ ܘܐܝܠܝܢ ܥܒܕܐ ܕܫܘܒܚܐ ܘܕܩܘܠܤܐ ܗܠܝܢ ܐܬܪܥܘ ܀
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9
|Filipenses 4:9|
ܗܠܝܢ ܕܝܠܦܬܘܢ ܘܩܒܠܬܘܢ ܘܫܡܥܬܘܢ ܘܚܙܝܬܘܢ ܒܝ ܗܠܝܢ ܤܥܘܪܘ ܘܐܠܗܐ ܕܫܠܡܐ ܢܗܘܐ ܥܡܟܘܢ ܀
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10
|Filipenses 4:10|
ܪܘܪܒܐܝܬ ܕܝܢ ܚܕܝܬ ܒܡܪܢ ܕܐܩܦܬܘܢ ܠܡܐܨܦ ܕܝܠܝ ܐܝܟܢܐ ܕܐܦ ܝܨܦܝܢ ܗܘܝܬܘܢ ܐܠܐ ܠܐ ܤܦܝܩܝܢ ܗܘܝܬܘܢ ܀
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Sugestões

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04 de novembro LAB 674
O QUE É PECADO?
João 16-18
“É um pecado!” Foi o que um passageiro de um ônibus coletivo, suspirou, ao contemplar, pela janela, a enorme foto de uma mulher bonita, em um outdoor. Eu não sei o que ele estava realmente querendo dizer. Pensei em algumas suposições, de o que seria o ‘pecado’, na opinião daquele paulistano: a) O ato publicitário de postar uma imagem tentadora; b) A mulher em si; c) Uma possível ação imaginária que tenha rodado em sua mente, decorrente da contemplação que fizera àquela peça. Sobre esta última hipótese, ainda há duas possibilidades da definição do seu conceito de ‘pecado’. Se ele estava imaginando-se com aquela mulher, poderia estar lamentando-se por “cair” naquela tentação, ou, poderia ainda, estar deliciando-se com seus pensamentos de luxúria, julgando-os bons, dando assim, ao pecado, uma conotação positiva. Que pecado!
Mas o que é, realmente, ‘pecado’? Muitos crentes gostam de responder a esta pergunta com 1João 3:4, que diz que “o pecado é a transgressão da Lei”. Sim, a Bíblia diz isto. Mas não diz que é só isto. Logo, pode ser isto e algo mais, concorda? Indo mais a fundo, na outra ponta da corda, chega-se quase à filosofia (mas ainda é teologia) da consciência de que pecado é a situação humana de sua alienação de Deus. Este conceito é muito bem defendido por Frank B. Holbrook em seu livro “O Sacerdócio Expiatório de Jesus Cristo”.
E quando Jesus estava para realizar o seu sacrifício por nós, a fim de quebrar esta alienação que existe entre o homem e Deus (Isaías 59), Ele quis deixar bem claro, sob a faceta mais prática possível, o que vem a ser realmente pecado, numa definição que já esclarecesse também o que não é pecado e ainda como não estar em pecado. Jesus, além de ter uma profundidade de conteúdo incomparável, tinha um poder de síntese fantástico. Vemos tudo isto em apenas um verso, quando Ele disse: “Do pecado, porque os homens não crêem em mim ” (João 16:9). Aqui, encontramos uma das definições bíblicas para “pecado”: deixar de crer em Deus, deixar de ter fé. A descrença desagrada tanto a Deus (Hebreus 4:17), ao ponto de, como conseqüência, causar um impacto quase irreparável no relacionamento entre o Criador e aqueles que Ele tanto ama.
É preciso crer em Deus, porque “tudo que não provém da fé é pecado (Romanos 14:23)”. A dúvida foi o primeiro grande mal, e é a origem de todos os males (leia Gênesis 3). É por isto que a obra do Espírito Santo e a intercessão de Jesus (cf. João 16-18) são tão importantes para nós. Peça-Lhe força para crer!
Valdeci Júnior
Fátima Silva