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Peshitta (NT) -
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21
|Filipenses 2:21|
ܟܠܗܘܢ ܓܝܪ ܕܢܦܫܗܘܢ ܗܘ ܒܥܝܢ ܘܠܐ ܕܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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22
|Filipenses 2:22|
ܒܘܩܝܗ ܕܝܢ ܕܗܢܐ ܝܕܥܝܬܘܢ ܕܐܝܟ ܒܪܐ ܥܡ ܐܒܘܗܝ ܗܟܢܐ ܦܠܚ ܥܡܝ ܒܤܒܪܬܐ ܀
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23
|Filipenses 2:23|
ܠܗܢܐ ܡܤܒܪ ܐܢܐ ܕܐܫܕܪ ܠܘܬܟܘܢ ܒܥܓܠ ܡܐ ܕܚܙܝܬ ܡܐ ܕܠܘܬܝ ܀
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24
|Filipenses 2:24|
ܘܬܟܝܠ ܐܢܐ ܥܠ ܡܪܝ ܕܐܦ ܐܢܐ ܒܥܓܠ ܐܬܐ ܐܢܐ ܠܘܬܟܘܢ ܀
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25
|Filipenses 2:25|
ܗܫܐ ܕܝܢ ܐܠܨܬܢܝ ܨܒܘܬܐ ܕܐܫܕܪ ܠܘܬܟܘܢ ܠܐܦܦܪܘܕܝܛܤ ܐܚܐ ܕܐܝܬܘܗܝ ܡܥܕܪܢܐ ܘܦܠܚܐ ܕܥܡܝ ܕܝܠܟܘܢ ܕܝܢ ܫܠܝܚܐ ܘܡܫܡܫܢܐ ܕܚܫܚܬܝ ܀
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26
|Filipenses 2:26|
ܡܛܠ ܕܤܘܐ ܗܘܐ ܠܡܚܙܐ ܠܟܠܟܘܢ ܘܡܥܩ ܗܘܐ ܕܝܕܥ ܕܫܡܥܬܘܢ ܕܐܬܟܪܗ ܀
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27
|Filipenses 2:27|
ܐܦ ܐܬܟܪܗ ܓܝܪ ܥܕܡܐ ܠܡܘܬܐ ܐܠܐ ܐܠܗܐ ܪܚܡ ܥܠܘܗܝ ܠܐ ܗܘܐ ܕܝܢ ܥܠܘܗܝ ܒܠܚܘܕ ܐܠܐ ܐܦ ܥܠܝ ܕܠܐ ܬܗܘܐ ܠܝ ܥܩܐ ܥܠ ܥܩܐ ܀
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28
|Filipenses 2:28|
ܚܦܝܛܐܝܬ ܗܟܝܠ ܫܕܪܬܗ ܠܘܬܟܘܢ ܕܟܕ ܬܚܙܘܢܝܗܝ ܬܘܒ ܬܚܕܘܢ ܘܠܝ ܩܠܝܠ ܢܗܘܐ ܢܦܐܫܐ ܀
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29
|Filipenses 2:29|
ܩܒܠܘܗܝ ܗܟܝܠ ܒܡܪܝܐ ܒܟܠ ܚܕܘܐ ܘܠܐܝܠܝܢ ܕܗܟܢܐ ܐܢܘܢ ܒܐܝܩܪܐ ܐܚܘܕܘ ܐܢܘܢ ܀
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30
|Filipenses 2:30|
ܡܛܠ ܥܒܕܐ ܓܝܪ ܕܡܫܝܚܐ ܥܕܡܐ ܠܡܘܬܐ ܡܛܝ ܘܒܤܪ ܥܠ ܢܦܫܗ ܕܢܡܠܐ ܡܕܡ ܕܒܨܪܬܘܢ ܗܘܝܬܘܢ ܒܬܫܡܫܬܐ ܕܠܘܬܝ ܀
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Sugestões

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18 de junho LAB 535
CANTO DA IGREJA
SALMOS 23-30
Penso que você conhece as palavras: “O Senhor é o meu pastor, e nada me faltará.” Essa é a letra de uma canção que está na abertura da leitura de hoje: o Salmo 23, escrito pelo rei Davi. Apesar de não recitarmos essas palavras em forma de melodia muitas vezes, essa era uma canção.
Davi escreveu muitas outras canções. Apesar de que nem todos os Salmos tenham sido escritos por ele, ao ler os capítulos para este dia, vemos que todos os salmos são “davídicos”. Embora não sendo redundantes, eles são bem parecidos. Ao dizer “parecidos”, refiro-me ao estilo. Será que isso acontece só porque foram escritos pelo mesmo compositor? Pode ser, mas não é só isso. Todos se aplicam a um mesmo contexto social, que é meio comunitário em que os israelitas viviam na Palestina, há uns três mil anos. Mas é interessante que quando chegamos no Salmo 30, quebra essa uniformidade de estilo porque esse salmo é uma música que Davi fez especialmente para a dedicação do tempo. E música para ser cantada na igreja precisa ser especial.
Ela deve louvar e adorar, pois a casa de Deus é lugar para adorá-Lo. Em Isaías 56:7 aprendemos sobre isso. Ao submetermos um cântico dentro do recinto sagrado, devemos analisar se ele serve de instrumento de prestação de adoração. Se a música não puder conduzir os adoradores à veneração ao sagrado, provavelmente não será apropriada para usá-la nos átrios do Senhor. Mas isso não quer dizer que se a música não serve para ser usada na igreja, então ela é pecaminosa. Afinal, existem músicas que embora sejam de louvor, não adoram. Em toda adoração deve existir louvor, mas nem sempre há adoração em todo louvor. A música na igreja deve ser “o preguinho na parede que segura o quadro Jesus”.
Portanto, quando o líder da igreja seleciona as músicas para ser usadas na igreja, ele precisa analisar o contexto e as pessoas que participarão, executando-as e ouvindo-as. Se a música levar a maior parte das pessoas a Jesus, num espírito de adoração e louvor, sem ruído de comunicação, é adequada; caso contrário, deve ser substituída (mas tal substituição não quer dizer que em outro contexto a música não seja adequada), a despeito dos gostos particulares. Cabe, também, aos que lidam com a música na igreja ter humildade suficiente que um mensageiro de Deus precisa ter, de submeter a escolha de cada música para contexto não segundo seus caprichos, mas segundo o que for melhor para a membresia presente no tempo e local de cada contexto.
Além de ler a Bíblia, cante em casa e na igreja!
Valdeci Júnior
Fátima Silva